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regime para emagrecer gratis .

DIETA PARA EMAGRECER 14 Kg EM CATORZE DIAS

2ª Feira:
• Peq. Almoço: café preto sem açúcar ou com adoçante;
• Almoço: 2 ovos cozidos, salada verde a vontade; (verdes permitidos: agrião,chicória, alface e couve)
• Jantar: 3 bifes pequenos, salada de alface com pepino.

3ª Feira:
• Peq. Almoço: Café com 6 bolachas Cream Craker;
• Almoço: 1 bife grande com salada e fruta a vontade;
• Jantar: Presunto puro a vontade.

4ª Feira:
• Peq. Almoço: café com +ou- 6 biscoitos;
• Almoço: 1 ovo cozido, salada de vagem e tomate;
• Jantar: presunto, salada de cenoura, chuchu e repolho a vontade.

5ª Feira:
• Peq. Almoço: café com 5 biscoitos;
• Almoço: 1 ovo cozido,cenoura, ricota a vontade;
• Jantar : salada de frutas e iogurte natural.

6ª Feira: Peq. Almoço: cenoura crua, água c/ limão
Almoço: frango grelhado sem pele;
Jantar: 2 o vos cozidos com cenoura.

Sábado- Peq. Almoço 1 biscoito;
Almoço: file de peixe frito e tomate;
Jantar: 2 ovos cozidos 2 cenouras.

Domingo: Peq. Almoço: água com limão;
Almoço: bife grelhado e frutas;
Jantar: comer o que quiser exceto bebidas alcoólicas e doces

Depois de completar essa serie, recomece do 1º ao 7º dia. Depois de 14 dias, você devera ter perdido 14 Kg. No 15º dia, você deve (pode) voltar ao habito alimentar antigo, pois essa dieta muda o seu metabolismo e você não ganhara peso por dois anos.

Durante o regime, você poderá tomar água, café e cha a vontade,
menos(Cha Preto).
E importante não trocar alimentos e não tomar bebidas alcoólicas.

Deve seguir, rigorosamente, somente a dieta proposta, durante os catorze dias.


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Emagreça com o feijão branco. Sim é possível! Confira.

Emagreça com o feijão branco. Sim é possível! Confira
O feijão-branco inibe a absorção de açúcares no sangue.
Não há mais como separar a boa comida da comida saudável. Em um laboratório de nutrição e pesquisa no Rio Grande do Sul, os futuros chefes de cozinha e nutricionistas se revezam para criar pratos mais bonitos, gostosos e saudáveis.

Muitas vezes, eles trabalham juntos. É o caso do chefe Alexandre Bagio e da nutricionista e bioquímica Renata Ramos. Ele conhece os segredos para seduzir o paladar. Ela, o que os nutrientes podem fazer pela nossa saúde. E o que une os dois é o nosso feijão de cada dia.

"Ele dá para a população uma quantidade muito boa de proteína. Os feijões, de uma maneira geral, têm em torno de 20% de proteína. É uma grande quantidade", explica a nutricionista Renata Ramos, da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos).
Infelizmente, os brasileiros estão comendo menos feijão. Mas os pesquisadores não param. Tentam descobrir novas propriedades nesse grão que faz tão bem a nossa saúde. A novidade da vez é o feijão-branco, aquele que a maioria de nós está acostumada a consumir apenas como salada. Maior e mais cremoso que os outros, acredite, ele emagrece.

"O feijão-branco ajuda a emagrecer, porque ele tem uma proteína de reserva. Não só o feijão-branco, os feijões todos têm, mas o feijão-branco é o mais utilizado para isso, para este fim. Ele tem uma proteína chamada faseolamina, e essa proteína é inibidora do processo de digestão do carboidrato. Então, ela retarda, inibe essa absorção de açúcares no sangue", aponta a nutricionista.

Mas isso só acontece no nosso organismo, se ele for ingerido na forma de farinha, uma espécie de extrato de feijão-branco que é bem fácil de fazer em casa.

Depois de ser lavado normalmente, é preciso secar bem o feijão: no sol ou sobre o papel toalha. Nunca no forno. Porque, segundo Renata Ramos, o feijão só tem efeito emagrecedor se não for cozido. Mas atenção: como pode ser tóxico, o feijão só deve ser consumido cru em quantidades mínimas.
Depois, é só triturar no liquidificador e peneirar. Se quiser a farinha bem fininha, pode passar também no processador. É bom fazer em pequenas quantidades que para o extrato não fique velho e deixe de fazer o efeito desejado.

O efeito da farinha de feijão funciona mais ou menos assim: quando consumimos um prato cheio de macarrão, de 200 gramas, é como se tivéssemos consumido uma porção menor, de 160 gramas. Mas para isto acontecer, meia hora antes das refeições, é preciso ingerir uma colher pequena, rasa, de farinha de feijão diluída em água. É essa mistura que vai garantir que parte do carboidrato dessa refeição, cerca de 20%, não seja absorvida pelo nosso organismo. Então, é como se tivesse comido este prato, que é menor.

O estudo mais recente que comprova que a farinha de feijão ajuda a emagrecer foi feito pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Ao todo, 50 adultos obesos fizeram uma dieta saudável, mas apenas metade recebeu farinha de feijão antes das refeições. A outra parte, sem saber, recebeu farinha sem efeito.
Depois de oito semanas, quem ingeriu o extrato de feijão-branco estava, em média, 1,7kg mais magro e com o nível de triglicerídeos três vezes menor do que os que receberam só o placebo.
Mas outros estudos registram perdas de peso de até 4% em apenas 30 dias. O bom é que, além de emagrecer, o extrato de feijão-branco também ajuda a prevenir o diabetes.
A receita é uma colher rasinha em um copo d'água, duas vezes por dia, porque são duas refeições principais. "Não adianta consumir mais, porque não vai emagrecer mais. Você tem que comer é em torno de um grama por dia. Então, você pode pesar um grama e comer isso durante o dia", sugere a nutricionista Renata Ramos.
"Se a pessoa consumir mais, ela pode ter diarreia, como efeito colateral. Ela pode ter problemas intestinais e náuseas. Então, ela tem que ter muito cuidado na hora de ingerir este extrato de feijão cru. Consumindo mais de um grama por dia, os efeitos são negativos", alerta a pesquisadora.
No laboratório da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos), a ordem é não desperdiçar. O farelo que sobra na peneira quando se prepara a farinha de feijão também é utilizado.

O chef de cozinha Alexandre Bagio, da Unisinos, criou misturas saborosas. Quando faz pão, ele coloca água, fermento, sal, açúcar e a novidade: ele substitui um terço da farinha de trigo pela farinha de feijão.

"É um pão que realmente tem uma quantidade maior de proteínas e de fibras, quando você coloca essa farinha de feijão", afirma a nutricionista Renata Ramos.
"Acrescido a isso, você tem o sabor e a textura que ele vai ganhar também. Ele ficou mais saboroso", aposta Alexandre Bagio. "Ficou também mais saudável", completa Renata.
O chefe de cozinha mostra ainda uma versão da nossa conhecida salada de feijão-branco que também ajuda a não engordar, só porque se come fria.
"Eu coloquei na salada o feijão-branco que é a base. Depois, entrou um molho vinagrete, com cebola, tomate, pimentão verde, salsão e um molho vinagrete de limão, com azeite de oliva, sal e pimenta do reino", ensina o chefe.
"O interessante é que, quando a gente come feijão-branco frio, ele muda um pouco a sua composição. Ele, então, engorda menos. Quer dizer, se eu comer dessa maneira, frio, eu vou engordar menos do que se comer ele sob forma de uma feijoada, por exemplo", diz a nutricionista.
Importante: a pesquisadora Renata Ramos, da Unisinos, aconselha a triturar no liquidificador pelo menos 250 gramas de feijão branco de cada vez, ou até mesmo o pacote inteiro, já que cada embalagem padrão vem com 500 gramas. Dessa forma, segundo ela, o impacto dos grãos no copo do liquidificador é menor, o que evita acidentes.
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Os alimentos que eliminam a temida barriga.

Os alimentos que eliminam a temida barriga
Veja nossas dicas para você ter aquela barriga que sempre sonhou: lisa e sem ondulação!
Aquela barriguinha saliente, que tanto incomoda, pode ter diversas causas: genética, alteração hormonal, retenção de líquido, excesso de peso e má postura. Mas certos alimentos também levam a distensão abdominal.

Alimentos formadores de gases (como feijão, frituras, pães, enlatados), gordurosos e com excesso de sal podem aumentar o volume da barriga, por isso, é importante ter atenção na hora de consumi-los, porque, além da questão estética podem provocar desconforto físico.

O bom é que eles podem ser substituídos por outras opções mais saudáveis. A seguir, veja um raio X desses alimentos e caminhos que levarão você a ter uma barriga mais chapada:

Pão branco e massas: alimentos feitos com a farinha refinada fornecem um carboidrato suscetível a fermentação e produção de gases que levam à distensão abdominal. Pessoas com hipersensibilidade ao glúten (proteína presente no trigo) ou com doença celíaca podem apresentar ainda sintomas como a flatulência.

Nestes casos, a melhora ocorre com uma dieta de eliminação que deve ser avaliada por um profissional de saúde capacitado. Sugestão saudável: opte por pães e massas integrais, ricos em fibras.

Açúcar: a sacarose propicia o desenvolvimento da disbiose intestinal (desequilíbrio da flora do intestino), fazendo com que as bactérias benéficas diminuam e as bactérias prejudiciais proliferem, podendo levar à distensão. O excesso também se transforma em energia de reserva e aumenta a quantidade de gordura abdominal; Sugestão saudável: tente abandonar o uso excessivo de açúcar e, aos poucos, descubra o sabor natural dos alimentos.

Bebida alcoólica: o álcool aumenta a permeabilidade da mucosa do intestino, aumenta o quadro de desequilíbrio da flora (bactérias) intestinal, podendo levar ao aumento de volume abdominal. Sugestão saudável: evite o consumo exagerado de bebidas alcoólicas.

Refrigerante: estufa a barriga por causa da presença do gás e pelo açúcar contido em algumas bebidas. Sugestão saudável: prefira sucos de frutas naturais.

Feijão: alguns carboidratos (oligossacarídeos) presentes no feijão escapam da digestão e são metabolizados pelas bactérias presentes na parte baixa do trato digestório, podendo causar gases e flatulência. Sugestão saudável: eliminar o alimento da dieta não é uma boa opção, devido ao grande valor nutricional. Deixar de molho e trocar de tempos em tempos a água dos grãos, antes de cozinhar, ajudam a reduzir o problema da formação de gases.

Repolho e couve-flor: esses vegetais são da família das brássicas, nas quais estão presentes compostos sulfurados capazes de aumentar a produção de gases. Sugestão saudável: seu consumo não deve ser desestimulado, pois muitas pesquisas mostram seus efeitos positivos na prevenção de doenças crônicas.

Pimentão verde: durante o processo de amadurecimento os pimentões variam de cor, indo do verde ao amarelo ou vermelho. Os verdes são colhidos antes da maturação e como estes vegetais só amadurecem no pé, não mudam a tonalidade. No entanto, para muitas pessoas o pimentão verde pode ser de difícil digestão quando comparados aos outros. Sugestão saudável: prefira pimentão amarelo ou vermelho.

Laticínios: para quem tem intolerância a lactose consumi-los pode gerar flatulência e diarreia. Sugestões saudáveis: leite de cereais (quinoa, arroz); leite de sementes (gergelim, girassol); leite de oleaginosas (amêndoas, castanha-do-pará); extrato de soja.

Produtos industrializados (bolacha, refrigerante, macarrão pronto, embutidos): substâncias químicas presentes nestes alimentos sobrecarregam o fígado e a vesícula. Isso aumenta as chances de armazenar gordura principalmente no abdome, já que nesta região temos mais receptores de insulina que dão o comando para armazenar gordura. Sugestões saudáveis: opte por frutas e alimentos naturais, integrais, sem corantes ou conservantes.

Veja outras dicas para uma barriguinha mais enxuta:

- Mastigue lentamente os alimentos;
- Evite beber líquidos em excesso durante as refeições;
- Prefira alimentos integrais ricos em fibras;
- Tenha o hábito de tomar água ao longo de todo o dia;
- Pratique atividade física: além de queimar calorias isso ajuda no bom funcionamento do organismo de maneira geral;
- Aumente o consumo de alimentos diuréticos, como erva doce, salsão, coentro, berinjela, endívias, alho, limão, noz-moscada, cebola, salsa, hortelã, abacaxi, melancia e maracujá.


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Por que dietas não funcionam?

Por que dietas não funcionam?
Estamos vivendo uma época singular, na qual há preocupação crescente com alimentação saudável, exercício e bem-estar. Entretanto, os estudos mostram que a incidência das doenças crônicas não transmissíveis, como por exemplo, a obesidade, a hipertensão arterial, a síndrome metabólica, os cânceres, a diabetes, as reumatológicas e também, os transtornos de ansiedade e a depressão. Essas doenças envolvem fortes fatores nutricionais: excesso de ingestão de gorduras saturadas, calorias e sódio; baixa ingestão de minerais, vitaminas e fibras. A mídia divulga constantemente as pesquisas e suas relações com a nutrição e o sedentarismo – parece que as coisas não se encaixam, há a sensação de que isso não basta; só informação não basta.
Apesar do aumento da informação disponível, observamos que as mudanças de comportamento não ocorrem na mesma proporção. Cada vez mais as pessoas se perguntam por que não conseguem manter o peso "ideal", a pressão e ansiedade controladas - culpam a dieta, a revista, a nutricionista que não é boa, o médico que não receitou o melhor medicamento, o boicote dos amigos, a falta de apoio da família, a falta de tempo. Esquecem-se do princípio mais caro ao êxito de qualquer tratamento: a autonomia.
A responsabilidade pelo sucesso do tratamento não é apenas do nutricionista ou do médico, ela é, sobretudo, do cliente. Isso mesmo, nem sempre, somos pacientes no cuidado da saúde, somos clientes responsáveis contratando um serviço e querendo bom tratamento. Os conceitos precisam ser revistos. É importante frisar que a parte que cabe ao nutricionista e a qualquer profissional da saúde é ajudar no processo motivacional e plantar as bases para o plano de ação que o cliente deve traçar para alcançar o objetivo principal, que é promover e tratar sua saúde.
As pessoas mudam porque seus valores apóiam a mudança. Vários são os caminhos possíveis: elas concluem que a mudança é o melhor a fazer; elas pensam que podem; elas pensam que é importante; elas estão prontas para mudar; elas acreditam que precisam mudar pela sua saúde; elas têm bom plano e apoio social/família adequado para a mudança. O nutricionista deve focar seu trabalho no cliente e entender qual é o gatilho que o levará a mudar seu estilo de vida, deve também apoiar sua autonomia, preencher lacunas e desfazer enganos acerca da terapia nutricional.
Assim, o foco central deve ser o cliente, nunca a dieta em si. O nutricionista tem papel importante na motivação dos clientes para a adoção de estilo de vida mais saudável, mas as estratégias eficazes envolvem mais que a tática de aconselhamento. A compreensão do problema e a disponibilização de informação relevante de modo não "confrontativo" pode aumentar a prontidão para mudanças. O medo de falhar é uma constante entre as pessoas, principalmente entre quem já realizaram muitas dietas sem sucesso e entre os doentes graves. Portanto, o papel do nutricionista volta-se para o encorajamento da autonomia e da confiança, tranquilizando, dando feedback, fornecendo habilidades e recursos necessários para o sucesso do tratamento. Importante: as recaídas fazem parte do processo e não devem ser supervalorizadas.
Em resumo, as dietas não funcionam porque as pessoas, em geral, não sabem o que querem, não podem ou não estão dispostas a realizar qualquer mudança em seus comportamentos alimentares e porque são resistentes. Torna-se urgente pensarmos a questão da educação em saúde e das técnicas que podem ser empregadas pelos profissionais para que os resultados almejados se tornem realidade - os cursos de graduação em Nutrição precisam se estruturar para lidar com a questão da motivação e as reais necessidades dos clientes

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O perigo das dietas de revistas.

O perigo das dietas de revistas
Hoje em dia o desejo pela beleza e por um corpo esbelto está cada vez mais em evidência. Padrão estético enfatizado também pela mídia, onde se tornou extremamente comum observar mulheres magérrimas estampando capas de revistas, propondo um perfil de magreza como corpo ideal. Idéias que alimentam as angustias e a insatisfação com o corpo, que são causadas pelo excesso de peso corporal.
Com isso as buscas para conseguir este corpo tão desejado, para muitas mulheres, se tornou muito atraente recorrer as famosas fórmulas mágicas: O emagrecimento rápido. Seja com dietas, chás, cápsulas, enfim, o objetivo é obter um corpo magro, sem as indesejáveis gordurinhas localizadas e com o mínimo de esforço possível.
E a mídia não poupa recursos para isso, são nomes criativos de dietas com falsas promessas de perdas de pesos em poucas semanas. Falsas, porque é impossível estimar uma perda considerável de peso corporal por um determinando período, já que estes fatores dependem do biotipo de cada pessoa, assim como o seu perfil metabólico. Podendo ser diagnosticado através de uma avaliação nutricional e por uma avaliação antropométrica, realizados por profissionais capacitados para este fim, como é o caso do nutricionista.
Em virtude da propagação das deitas prontas na mídia, aproveito para divulgar um estudo de minha autoria, sobres estas dietas de emagrecimento expostas em revistas.
O estudo analisou alguns parâmetros nutricionais de dez dietas de emagrecimento, como o teor de calorias, fibras, colesterol, cálcio, ferro, vitamina A e vitamina E.
As recomendações nutricionais são efetuadas considerando o sexo, a idade, a altura e o gasto energético de cada indivíduo, portanto foi necessário estabelecer um biotipo padrão para efetuar o cálculo da adequação dessas dietas, conforme utilizado por Santana et al (2003), onde para ele o sexo feminino, com a altura média da mulher brasileira de 167 cm, observando seu respectivo peso ideal, com a faixa etária entre 25 e 55 anos, que segundo o autor é a mais visada pelos meios de comunicação e a mais sensível aos apelos do corpo perfeito.
Com isso, estabeleceu níveis seguros de vitaminas e minerais de acordo com as diretrizes atuais da RDA- Recommended Dietary Allowances e a distribuição de macronutrientes pela IOM (2005) – Institute Of Medicine, com o objetivo de prevenir doenças crônicas degenerativas não-transmissíveis. Vale lembrar que não apenas a carência de vitaminas e minerais acarreta em doenças para organismo, mas o seu excesso também pode levar a uma toxidade responsável por várias patologias clínicas.
Com o estudo pude detectar que todas as dietas analisadas apresentaram-se inadequadas em pelo menos sete ou mais dos 18 parâmetros estudados, sendo que 60% delas estavam com o aporte calórico abaixo as necessidades nutricionais recomendadas para a população escolhida deste trabalho. Predominando também níveis insuficientes de cálcio, ferro e vitamina E, cuja aporte é fundamental para garantir ganhos de massa e densidade óssea, evitar a anemia e como antioxidante respectivamente. Também foram observados porções restritas de fibras, laticínios, leguminosas, cereais e frutas. Valores excessivos foram detectados principlamente em relação a Vitamina A.
A maioria das dietas teve tendência a reduzir drasticamente a ingesta de gorduras, por elas apresentarem maiores concentração de energia, porém os lipídios desempenham funções metabólicas importantes como funções estruturais e hormonais.
O sucesso das dietas é traduzido pelas revistas, em conseguir emagrecer sem sofrimento, já que inicialmente, as dietas promovem o emagrecimento porque contribui para a restrição alimentar. Porém estas dietas demonstram-se valores nutricionais preocupantes, provocando carências, além de não objetivarem a manutenção do peso corporal adequado, obtido através de uma ingestão energética adequada com a preservação da massa magra e com perda de tecido adiposo.
Procure um nutricionista para auxilia-lo na perda de peso, pois restrições drásticas além de não serem saudáveis não se consegue seguí-las por muito tempo.

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