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perder peso em 3 dias.

Perca 3 kg com a dieta dos 2 dias
A dieta dos 2 dias, elaborada por cientistas ingleses, promete detonar a gordura da barriga, além de prevenir diabetes e câncer de mama
Pesquisadores da Universidade de Manchester, na Inglaterra, encontraram a solução para quem não consegue seguir as dietas tradicionais. Eles garantem que fechar a boca apenas dois dias por semana permite eliminar até 3 quilos.

O método é simples: você escolhe dois dias consecutivos para fazer a dieta. E, nos outros cinco, pode comer normalmente. Pizza, lanches e doces estão totalmente liberados!

Quer mais? Controlar-se durante esses dois dias ainda fortalece os músculos e turbina as funções celulares. Assim, todo o corpo passa a funcionar de forma adequada, reajustando seu peso natural.


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motivos para começar uma dieta.

motivos para começar

Mesmo mulheres magras que tenham flacidez podem seguir a dieta, pois ela traz vários benefícios à saúde. Confira o que este novo método pode fazer por você

1. Detona a pochete

Ao fortalecer as células do corpo, a dieta dos dois dias faz com que nosso organismo precise de menos insulina para funcionar. É que insulina em excesso "retira" o açúcar do sangue, transformando-o em gordura, que vai se acumular principalmente na barriga.

2. Protege contra diabetes

Ao reduzir em 25% a taxa de insulina no sangue, a dieta diminui o risco de desenvolver diabetes.

3. Controla a gula

Quando você estiver adaptada à nova alimentação, o cérebro estimulará naturalmente o corpo a produzir leptina, hormônio que reduz o apetite e a vontade de atacar a geladeira.

4. Aumenta o bom humor

Poder colocar no prato coisas de que a gente gosta sem se sentir culpada e, mesmo assim, obter bons resultados na dieta deixa qualquer pessoa feliz.

5. Turbina o metabolismo

Segundo comprovaram os pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, pessoas que seguiram a dieta dos dois dias corretamente tiveram o metabolismo mais acelerado do que quem optou por fazer o regime clássico de uma semana.

6. Alivia a asma

Estudo da Universidade do Estado de Luisiana, também nos Estados Unidos, mostrou que, além de emagrecer, a dieta dos dois dias melhora as condições respiratórias de quem sofre de asma.


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Não é apenas o que come, e sim como come.

Não é apenas o que come, e sim como come
Alimentação saudável é mais do que a comida no seu prato, é também a maneira que pensa sobre ela. Hábitos alimentares saudáveis ​​podem ser aprendidas e é importante diminuir o ritmo e pensar em comida como alimento e não apenas algo para engolir entre reuniões ou no caminho para pegar as crianças.

Comer com os outros sempre que possível. Comer com outras pessoas têm inúmeros benefícios sociais e emocionais (especialmente para as crianças) e permite modelar hábitos alimentares saudáveis. Comer na frente da TV ou do computador muitas vezes leva a excessos irracionais.

Tire um tempo para mastigar seu alimento e desfrutar de refeições. Mastigue sua comida devagar, saboreando cada mordida. Nós tendemos a correr entre nossas refeições, esquecendo-se de realmente provar os sabores e sentir as texturas do que está em nossas bocas. Reconecte com a verdadeira alegria que é comer.
Ouça o seu corpo. Pergunte a si mesmo se ainda está realmente com fome, ou tome um copo de água para ver se não está com sede ao invés de fome. Durante uma refeição, pare de comer antes de se sentir "cheio". Leva alguns minutos para que o seu cérebro diga ao seu corpo que teve comida suficiente, por isso coma devagar.
Tome café e faça pequenas refeições ao longo do dia. Um café da manhã saudável pode alavancar o seu metabolismo, e comer refeições saudáveis pequenas durante todo o dia (no lugar das três grandes refeições padrão) mantém sua energia para cima e metabolismo funcionando.

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Moderação é o segredo para emagrecer.

Moderação é o segredo para emagrecer
Muitas vezes as pessoas pensam na alimentação saudável como um tudo ou nada, mas a base essencial para qualquer dieta saudável é moderação. Ao contrário do que algumas dietas da moda querem te fazer acreditar, todos nós precisamos de um equilíbrio de carboidratos, proteínas, gorduras, fibras, vitaminas e minerais para manter um corpo saudável.

Tente não pensar em certos alimentos como "fora dos limites." Quando você proíbe certas comidas ou grupos de alimentos, é natural quere-los mais, e então sentir-se fracassado caso ceda à tentação. Se você é atraído por alimentos doces, salgados, ou não-saudáveis, comece por reduzir o tamanho das porções e não comê-los com tanta freqüência. Mais tarde sentirá menos desejo ou pensará neles apenas como prazeres ocasionais.
Pense em porções menores. O tamanho das porções aumentaram recentemente, especialmente em restaurantes. Ao jantar fora, escolha uma entrada em vez de um prato principal, divida uma refeição com um amigo, e não peça nada que saiba ser grande. Em casa, use pratos menores, sirva tamanhos realistas e comece pequeno. Pistas visuais podem ajudar com o tamanho da porçao, por exemplo: porções de carne, peixe ou frango devem ser do tamanho de um baralho de cartas. Uma colher de chá de azeite ou molho de salada é do tamanho de uma caixa de fósforos e sua fatia de pão deve ser do tamanho de uma caixa de CD.


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Refrigerantes light não ajudam a emagrecer, dizem pesquisas.

Refrigerantes light não ajudam a emagrecer, dizem pesquisas
Os refrigerantes de zero caloria (conhecidos como diet, light ou zero) são procurados por aqueles que querem emagrecer, mas será que eles realmente contribuem com a dieta? Pesquisas mostram que eles não ajudam na saciedade e podem fazer com que você coma ainda mais. Eles só são eficientes se a ingestão de calorias for controlada, e o mesmo vale para os refrigerantes normais, os doces etc. E ainda o açúcar proporciona maior saciedade e faz você comer menos em seguida.

Além disso, os refrigerantes com adoçantes artificiais devem ser consumidos com moderação, pois possuem altas doses de sódio, que em excesso pode causar maior retenção de líquidos e aumentar a pressão sanguínea. Além disso, alguns adoçantes usados no Brasil são proibidos em outros países países (ciclamato de sódio é proibido na França, nos EUA, no Japão e na Inglaterra e a sacarina sódica é proibida na França e no Canadá — usados na maioria dos refrigerantes zero no Brasil).

Diversas pesquisas nos Estados Unidos indicam que populações que ingerem refrigerantes dietéticos apresentam maior aumento no Índice de Massa Corpórea (IMC) do que os que consomem a bebida açucarada, é o que explica Quig Yang em seu artigo para a Universidade de Yale. Apesar disso, pouco se sabe dos mecanismos que levam a esse ganho de peso.

Algumas pesquisas acreditam que o aumento de ingestão calórica associado ao uso de adoçantes artificiais se deve a mecanismos biológicos (menor saciedade, maior absorção de calorias na digestão etc.), outras acreditam que pode haver um fator psicológico, você pensa que está sendo muito saudável consumindo seu refrigerante dietético e por isso pode comer aquela sobremesa que não comeria caso o refrigerante fosse normal e acaba extrapolando.

Estudos feitos com diferentes tipos de adoçantes em ratos têm demonstrado que o uso de adoçantes aumenta o consumo calórico e o peso. A nutricionista Fernanda de Matos Feijó, mestre e doutoranda pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pesquisou o efeito de suplementação de sacarose (açúcar), sacarina e aspartame (adoçantes dietéticos) em ratos com alimentação livre (comendo quanto quiserem). Em sua pesquisa, os ratos que recebiam suplementação de açúcar comiam menos ração e eram mais magros que os que recebiam os adoçantes dietéticos e os que não recebiam suplementos. O açúcar aumentou a saciedade dos ratos, resultando numa menor ingestão de comida e calorias.

Como os refrigerantes light não aumentam a saciedade, eles possuem nesse sentido um resultado semelhante ao da água. Acabam gerando uma maior ingestão calórica diária do que a apresentada por aqueles que consomem as bebidas com açúcar. Os ratos da pesquisa de Feijó que consumiram suplemento de açúcar terminaram a pesquisa mais magros que os que consumiram sacarose, aspartame e só ração, mesmo consumindo a bebida mais calórica e tendo ração livre como os demais. Vale lembrar que a solução com açúcar não era servida à vontade, tinha uma dose diária definida, portanto a pesquisa não fala nada sobre consumir altas doses de uma bebida muito açucarada e sim pequenas doses.

Feijó explica que o ser humano não age apenas por instinto, então uma pessoa pode consumir mais ou menos alimentos por questões emocionais, mas desde a amamentação temos o instinto de sentir saciedade com ingestão de alimentos com açucares. O leite materino possui açúcares e estimulava a sensação de saciedade.

Além disso, na hora de emagrecer a força de vontade é fundamental, sendo assim, mesmo sem se sentir totalmente saciada, há como fazer um esforço para consumir uma quantidade menor de calorias, nesse caso, consumir o refrigerante diet pode ajudar a ter um menor valor energético, pois a mesma bebida com açúcar tem muito mais calorias.

Outro motivo indicado por Yang é o costume do paladar. Algumas pesquisas mostram que consumir menos sal e não utilizar outros produtos para substituí-lo pode alterar o paladar e diminuir a tolerância ao sal. O mesmo pode ocorrer com o gosto doce, ao consumir o adoçante dietético você acostuma o seu paladar ao gosto doce e cada vez mais vai buscá-lo, muitas vezes em alimentos com açúcar, altamente calóricos, mas nessa teoria o refrigerante com açúcar teria o mesmo efeito que os adoçados artificialmente e a solução seria consumir cada vez menos essas bebidas de gosto muito açucarado.

Feijó também comenta que pesquisas deram indícios de que o refrigerante com adoçantes artificiais pode diminuir o metabolismo e assim, contribuir de fato com o ganho de peso em vez da perda. Mas essas teorias não têm ainda comprovação.

Antes que você saia por aí tomando litros de um refrigerante bem doce, Feijó conta que alimentos sólidos com açucares são mais eficientes do que os líquidos para saciar. Ela recomenda que se evite o consumo de refrigerantes em geral, consumindo no máximo um copo por dia (200 ml) de preferência só em ocasiões especiais, pois esses produtos tem uma quantidade muito grande de açúcar. Os dietéticos, por terem muito sódio, ela recomenda apenas para os diabéticos, pois os regulares tem muito açúcar, o que geraria um aumento grande e muito rápido na glicemia. Mesmo assim, o consumo deve ser moderado.

Ao se falar de refrigerantes adoçados artificialmente é preciso deixar claro se há diferença entre os produtos light, zero e diet. Mariana Del Bosco, nutricionista membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), explica que de acordo com a legislação brasileira, o produto light deve apresentar uma redução 25% ou mais de calorias ou de algum nutriente, como açúcar ou gordura. Já o produto diet ou zero, deve ser isento de algum componente, como sal ou açúcar. No caso do refrigerante, seja diet, light, ou zero, não há diferença. Todos são isentos de açúcar e apresentam quantidades insignificantes de calorias.

Garanta sua segurança

Por ser uma bebida sem nutrientes, Del Bosco explica que não há indicação (não se indica um mínimo dele) para o consumo desse tipo de produto. Estudos mostram que crianças que consomem refrigerantes tendem a ingerir menos leite, fonte de cálcio, além disso, o refrigerante tem fósforo, um elemento que, em excesso, pode atrapalhar na incorporação do cálcio no osso. Isso pode, em maior ou menor grau comprometer a saúde óssea, por isso o consumo em excesso de refrigerantes deve ser evitado, em especial por idosos e crianças.

Aprovados para o consumo no Brasil, os adoçantes ciclamato de sódio e sacarina sódica são proibidos na França. O ciclamato é proibido também nos EUA, Japão e Inglaterra e a sacarina é proibida no Canadá.

Os adoçantes são regulamentados pela Anvisa, que garante os produtos podem ser consumidos com segurança, desde que se respeite as dosagens máximas de ingestão. Segundo Del Bosco, é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que determina quais adoçantes podem ser comercializados e qual é a ingestão diária aceitável (IDA) por dia no Brasil.


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