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Perca de peso.

O peso corporal de um indivíduo, influenciado por um componente genético, é o resultado do balanço entre ingesta de calorias, níveis de atividade e gastos metabólicos. A perda de peso é uma queixa comum, principalmente entre pacientes idosos, cuja prevalência varia entre 10% e 20%, e constitui muitas vezes um desafio ao médico por ser uma manifestação inespecífica associada a diversas condições. A importância de se valorizar essa queixa pode ser demonstrada com dados de estudos retrospectivos, que mostram mortalidade variando entre 9% e 38% em dois a três anos para idosos com perda de peso significativa. Apenas um terço dos pacientes com perda de peso tende a relatar tal dado como uma queixa ao seu médico, o que nos mostra que se deve questionar ativamente os pacientes durante a consulta clínica.
Definimos perda de peso clinicamente importante como uma diminuição de ao menos 5 kg ou maior do que 5% do peso de base, durante um período de seis a doze meses. Os caminhos que levam à perda de peso incluem o aumento da demanda metabólica, a diminuição da ingesta calórica ou as perdas de energia (através das fezes ou da urina, por exemplo), sabendo que esses fatores podem estar superpostos.
Didaticamente, podemos dividir a perda de peso em voluntária ou involuntária, sendo essa última quase sempre um sinal de doença que merece investigação, a despeito de estar ligada a aumento ou diminuição de apetite. Há um estudo prospectivo que aponta uma mortalidade de 25% em um ano para pacientes com perda de peso involuntária significativa. Já as perdas voluntárias, quando não ligadas a um paciente obeso ou com sobrepeso que sabidamente está fazendo dieta, devem remeter a problemas psiquiátricos ou à busca por modelos estéticos impostos pela sociedade.
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Confira 10 mitos relacionados à perda de peso.

Confira 10 mitos relacionados à perda de peso
Comer à noite engorda", "fome é sinal de que precisa de comida", "exercício deixa a pessoa cansada". Esses são apenas alguns dos muitos mitos que atrapalham a perda de peso. Confira abaixo 10 deles, listados pelo site da revista americana Shape:
Mito: Comer à noite engorda
Fato: Se a sua ingestão total de calorias é apropriada para a perda de peso e sua manutenção, pode se beneficiar ao comer algo depois do jantar, segundo o nutricionista Joni Rampolla. Para manter os níveis de energia em alta, é melhor repartir as calorias ao longo do dia. Procure comer algo a cada duas ou três horas, o que estabiliza os níveis de açúcar no sangue. O lanche de fim de noite deve ter, no máximo, 200 calorias.
Mito: Fome é sempre sinal de que o corpo precisa de comida
Fato: O corpo comumente envia sinais de fome até quando está desidratado e privado de sono, alertou o nutricionista Joni Rampolla. Portanto, analise se bebe água suficiente e dorme bem.
Mito: Perder peso é mais difícil que mantê-lo longe
Fato: Mais de 90% das pessoas que investem em dietas recuperam o peso perdido (ou mais) ao terminar o plano, de acordo com o nutricionista Joni Rampolla. Se voltar a comer o que costumava antes de eliminar os quilos extras, acaba engordando porque o corpo mais magro requer menos calorias para funcionar. Além disso, se a dieta não inclui proteína suficiente, perde massa muscular, o que diminui o metabolismo.
Mito: Exercício deixa a pessoa cansada
Fato: À medida que o corpo fica em melhor forma, a maioria das pessoas sente que o exercício lhes dá mais energia que antes. Atividade física regular pode ajudar também a combater a fadiga, melhorar o sono e reduzir o estresse, disse a personal trainer e nutricionista Gina Crome.
Mito: Exercitar compromete muito tempo
Fato: Para manter o peso saudável, vale se exercitar de 20 a 40 minutos na maioria dos dias da semana. Se seu objetivo é perder peso, é aconselhável que reserve 45 a 60 minutos por dia, segundo a personal trainer e nutricionista Gina Crome.
Mito: Para eliminar a gordura da barriga, devo fazer abdominais
Fato: O tipo de exercício que faz não afeta o número de células de gordura em uma área específica, informou a personal trainer e nutricionista Gina Crome. Mesmo se fizer 100 abdominais diariamente, sem alimentação adequada, qualidade de sono e uma rotina de exercícios, nunca alcançará uma barriga lisa. Só vai desenvolver os músculos da área, mas isso não equivale a perda de gordura. Quando o corpo fica com menos gordura, elimina de todas as regiões ao mesmo tempo.
Mito: Não pode comer carboidratos à noite
Fato: Essa afirmação é baseada na crença de que, como os carboidratos são fonte de energia, não devem ser ingeridos quando está inativo, realidade da maioria das pessoa à noite. Mas o nutricionista John Bosse lembrou que muitos têm horários atípicos ou se exercitam regularmente após o trabalho e, portanto, se beneficiam ao consumir quantidades adequadas de carboidratos à noite.
Mito: Puxar mais peso faz com que fique muito musculoso
Fato: A menos que esteja tomando substâncias proibidas que alterem o seu perfil hormonal (esteroides anabolizantes), é altamente improvável que ganhe grandes quantidades de músculo, afirmou o nutricionista John Bosse.
Mito: Sucos desintoxicantes redefinem o metabolismo e eliminam de vez os quilos a mais
Fato: O problema dos sucos desintoxicantes é que são uma solução temporária, porque não ensinam hábitos alimentares equilibrados, que são responsáveis pela perda de peso e manutenção, explicou a nutricionista Kristen Carlucci.
Mito: Todos os carboidratos são inimigos
Não são os carboidratos em si que causam ganho de peso, mas o fato de que é difícil para muitos conseguir controlar o tamanho das porções, revelou a nutricionista Kristen Carlucci. Em vez de cortar carboidratos completamente, procure por massas e pães feitos com grãos integrais e controle a gula!
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Erros a eviatr durante a dieta.

 

Erros a eviatr durante a dieta
Controlar a obesidade de uma criança não é tarefa fácil. Por um lado, existem as suas necessidades nutritivas, tão importantes para o desenvolvimento e, por outro lado, a sua psicologia, fazendo aceitar com certa dificuldade a disciplina de uma dieta de emagrecimento.
Uma criança obesa facilmente se converterá num adulto também obeso, perpetuando-se assim o problema. Além disso, a criança com excesso de peso tem, logicamente, menos disposição a efectuar exercícios físicos, por ser menos ágil e se fatigar mais. Na adolescência, com a formação de grupos entre rapazes e raparigas, a pessoa obesa pode sofrer certo repúdio social; este repúdio em certos casos pode ser real, mas, geralmente, só existirá na imaginação do obeso como resultado do descontentamento da sua imagem corporal.
Por tudo isso deve aconselhar-se um plano de comidas racional, adequado e personalizado, baseado na supressão dos excessos (gulodices, enchidos, bolaria-pastelaria, gorduras, etc), e introduzindo verduras cozidas e hortaliças cruas, juntamente com carnes magras e peixe branco sempre cozinhado com muito pouco azeite. É muito importante que a criança seguindo um regime de emagrecimento tome três rações diárias de leite ou de iogurte, sendo tal indispensável para lhe proporcionar o cálcio de que os seus ossos necessitam durante o crescimento. Importa ter em conta não se recomendar às crianças leite magro, como se faz aos adultos, mas leite gordo, pelo seu conteúdo em vitaminas A e D e em ácidos gordos essenciais necessários para o seu completo desenvolvimento.
A curto prazo os resultados não são muito brilhantes, quer pela moderação da dieta, quer pela resistência da criança a segui-la. Tanto o especialista como os pais devem ter muita paciência e compreensão ante as dificuldades que se lhes poderão apresentar. Algumas vezes, será suficiente a criança deixar de engordar enquanto for crescendo.
Por outro lado, importa não angustiar a criança, mas motivá-la, felicitando-a quando conseguir bons resultados, fornecendo-lhe sempre explicações compreensíveis para a sua idade e dando-lhe a entender que se está a trabalhar para melhorar a sua saúde tanto actual como futura.

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A duração de uma dieta.

A duração de uma dieta
Como é lógico, qualquer pessoa interessada perguntará qual o tempo de duração de uma dieta. Vamos explicá-lo brevemente.
Uma dieta de emagrecimento deve seguir-se durante algumas semanas ou mesmo meses, até se conseguir o peso conveniente. Tal peso deve ser sempre avaliado pelo especialista e o próprio interessado. Convém ter em conta que muitas vezes não é conveniente alcançar o peso ideal indicado pelas tabelas.
O ritmo da perda de peso varia muito em cada caso. Durante os primeiros dez dias podem perder-se de dois a cinco quilogramas, mas posteriormente é aconselhável perder um quilograma por semana e, depois, só 500 gramas por semana. Algumas pessoas, sobretudo mulheres de meia-idade, apesar de seguirem correctamente a dieta, não conseguem reduzir o seu peso numa semana: tal fenómeno tem relação muito directa com o seu ciclo menstrual.
Quando o interessado conseguir alcançar o peso conveniente, deve seguir um plano adequado para não voltar a recuperá-lo, o que se torna bastante difícil. Metade das pessoas obesas voltam a recuperar, ao fim de dois anos, o peso que tinham antes de começar a dieta; para o evitar deverão seguir normas dietéticas especiais como, por exemplo:
Continuar com a dieta de emagrecimento e comer livremente aos fins de semana.
Introduzir na alimentação diária uma quantidade extra, embora moderada, de féculas (pão, arroz, massas ou legumes), assim como alguma carne um pouco gorda, tudo isso com método e rigoroso controlo semanal do peso, para vigiar possíveis aumentos progressivos.


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Tudo sobre a perda de peso.

Tudo sobre a perda de peso
O tratamento do excesso de peso deve iniciar-se o mais depressa possível. Quer os motivos do obeso sejam de saúde, quer sejam estéticos ou resultado de considerações sociais, dever-se-á recorrer a um especialista que apresente a solução adequada do problema. É imprescindível proceder a uma exploração médica completa, clínica e analítica, para assegurar o bom estado de saúde do paciente ou para detectar complicações como hipertensão, excesso de colesterol, etc.A história clínica orientará o médico sobre as dificuldades apresentadas pelo caso. Em relação com o factor hereditário, será necessário insistir sobre os antecedentes familiares (existência de obesidade de pais ou irmãos) e nos antecedentes pessoais (momento do aparecimento da obesidade: na infância, na adolescência, na juventude, ao deixar de praticar algum desporto, no começo da menopausa, no momento da aposentação). A solução do aumento de peso recente será fácil e rápida; pelo contrário, a obesidade sofrida há muito será lenta e mais difícil, necessitando muita paciência, quer por parte do médico e do dietista como do paciente.
O excesso de peso é devido a consumirem-se alimentos com mais poder calórico que o que o organismo é capaz de queimar ou consumir. Portanto, a base de toda a dieta será esta: comer alimentos contendo uma energia inferior à que o organismo possa destruir.Estas dietas são chamadas hipocalóricas.
A energia dos alimentos, ou o que vem a dar no mesmo, a capacidade que os seres humanos possuem para acumular gorduras, mede-se desde há muito em unidades chamadas calorias. O poder calórico dos três princípios nutritivos fundamentais (hidratos de carbono ou açúcares, gorduras e proteínas) é o seguinte:
• Um grama de hidratos de carbono ou glícidos ou açúcares equivale a 4 calorias.
• Um grama de lípidos ou gordura equivale a 9 calorias.
• Um grama de proteínas equivale a 4 calorias.
Deve ter-se em conta que um grama de álcool etílico proporciona 7 calorias. Não obstante, importa assinalar que o álcool carece de valor nutritivo, quer dizer, pode produzir aumento de peso, mas sem alimentar.

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