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Dietas pra perder peso.

Jovem perde 28 kg após tentar várias dietas e sofrer com o efeito sanfona
Fernanda, de MG, tem 24 anos e após a gravidez chegou a pesar 99 kg.
Através da reeducação alimentar, ela teve grande melhora na saúde.
Quem sempre teve problema com excesso de peso sabe na ponta da língua todos os tipos de regimes. No caso da mineira Fernanda da Silva Ribeiro, que mora em Petúnia, Minas Gerais, não é diferente. Aos 13 anos, ela já começava sua primeira dieta para perder peso e ficar como suas amigas adolescentes magras.
Essa foi apenas a primeira de muitas tentativas para perder peso. A mineira, que tem facilidade para emagrecer, sempre teve sucesso imediato em todas as vezes que fez regime, mas o problema sempre foi manter o peso adequado. Ela sempre voltava a engordar e sofreu anos com o efeito sanfona.
Da última vez, no entanto, ela emagreceu -- e, mais importante ainda, conseguiu manter. Aos 23 anos, com a ajuda de uma nutricionista, ela saiu dos 99 kg para os 71 kg, 28 kg a menos na balança. O resultado refletiu diretamente na sua saúde e o colesterol que estava alterado normalizou, além da disposição para cuidar da casa e da filha, de 3 anos.
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A dieta emperrou? Aprenda a empurrá-la para frente e volte a emagrecer.

A dieta emperrou? Aprenda a empurrá-la para frente e volte a emagrecer
E pensar que o nosso próprio corpo boicota o regime! É o efeito platô, quando o ponteiro da balança teima em não sair do lugar. Seis ideias para você vencer essa parada
Sim, é mais do que natural o ponteiro da balança ficar imóvel depois de um período de emagrecimento. E sim, isso pode acontecer mesmo quando seguimos firme com a boca fechada. Esse estágio é o que os especialistas chamam de platô. O que fazer? Em primeiro lugar, tenha calma. Se no desespero você cair na bobagem de adotar uma dessas dietas radicais tão alardeadas por aí, pode até perder peso, mas acredite: os quilos que se foram logo vão ser recuperados. Sem a menor sombra de dúvida. A menos que você adote algumas táticas, como estas sugeridas pela nutricionista Samantha Macedo, coordenadora do Atendimento de Nutrição das Academias Competition, e do professor de musculação Edmilson Kawanaka, também da mesma academia, em São Paulo.

Beba chá, muito chá
O verde e o branco são ricos em catequinas, substâncias antioxidantes que aceleram o gasto energético. E são várias as pesquisas científicas que endossam essa teoria. Uma delas, publicada no American Journal of Clinical Nutrition, revista da Sociedade Americana de Nutrição, comprovou que a queima de gordura foi 4% maior entre o grupo que tomou de 6 a 8 xícaras da bebida por dia. Além de acelerar o metabolismo, os chás também facilitam a digestão. E mais: protegem o coração, pois diminuem o colesterol ruim (LDL) e fortalecem as artérias. Até a pele sai ganhando, uma vez que as células de defesa ficam de prontidão contra os raios ultravioleta B. Em outras palavras, cai o risco de câncer nesse que é o maior órgão do corpo humano. E, para completar o kit pró-saúde, os compostos dos chás têm atuação antigripal e anti-inflamatória.
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Gergelim reduz a barriga.

Gergelim reduz a barriga
Emagreça com Saúde!

Os louros vão para a dupla cálcio e ômega-3, que inunda essa semente e, comprovadamente, diminui as células gordurosas
Pode acreditar: incluir a pasta de gergelim no café da manhã todo dia dá uma bela ajuda para quem quer ver o ponteiro da balança lá embaixo. "Basta uma colher de sobremesa da pasta feita com essa semente em uma fatia de pão integral", sugere a nutricionista Vanderlí Marchiori, de São Paulo. Na culinária árabe, essa pasta é conhecida como tahine, muito apreciada também como tempero de saladas.
Estudos e mais estudos mostram que o cálcio não apenas interfere no desenvolvimento dos adipócitos, células de gordura, mas também breca a absorção da gordura. Então, quando falta o mineral, sobram barriga e pneus. Sem contar que ele também atua no aproveitamento da insulina, o hormônio que regula o metabolismo e a fome. Se essa substância fica dando sopa no corpo, o aumento do tecido adiposo é líquido e certo.
A atuação do ômega-3 no emagrecimento é menos conhecida. Sabe-se, porém, que uma das funções desse ácido graxo é reduzir processos inflamatórios. O que isso tem a ver com diminuição de adipócitos? É simples: quando um microorganismo dá uma de penetra, o corpo acumula gordura como um mecanismo de defesa. Claro, ele precisa estocar energia para conseguir dar cabo do visitante indesejado. No entanto, se o organismo está bem abastecido de ômega-3, o risco de uma inflamação é bem pequeno. Conseqüentemente, não será necessário armazenar gordura.

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Emagrecer: a verdade.

Emagrecer: a verdade
Com base no maior estudo já realizado no mundo sobre obesidade, a matéria trouxe à luz verdades esclarecedoras que podem, de fato, ajudar a entender melhor os processos que levam os seres humanos a engordar e a emagrecer. De lá para cá, os resultados da pesquisa vem servindo para ajudar mais e mais pessoas a vencer a cansativa e desgastante guerra contra a balança. Nós separamos para você os melhores trechos da reportagem.

Mas antes, é entre nós da Dieta Nota 10 e você. Se você realmente quer emagrecer, vai ler até o fim. Separe um tempo só para isso: pegue uma xícara de café ou um chá bem quentinho, relaxe e prepare-se para ver uma reportagem que pode mudar a sua vida e finalmente abrir seus olhos para encarar seus pneuzinhos de outra forma. Agora, se você desistir da leitura no meio do caminho, as notícias não são nada boas. Seu perfil, definitivamente, não é o de uma pessoa que tem de fato boas chances de emagrecer. Pense nisso. E mãozinha na consciência antes de se sentir chateado, ok? Essa é apenas a verdade, como você vai ver na reportagem da revista Superinteressante.


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Azeite contra barriga e doenças.

Azeite contra barriga e doenças
O óleo extraído da oliva evita o acúmulo da gordura visceral, que provoca doenças cardiovasculares e diabete, combate a osteoporose e inflamações.
Basta um fio dourado do óleo da oliva para que aquela torrada dura e seca ganhe textura macia e sabor especial. Uma outra transformação ocorre no seu organismo, mais precisamente no abdômen, quando você consome o azeite: ele impede o depósito de gordura bem ali, na linha da cintura. Parece um contra-senso, já que o alimento é dos mais calóricos cada grama oferece cerca de 9 calorias. Mas a descoberta é séria: o consumo das azeitonas evita mesmo a barriga indesejada.

Quem assina embaixo são cientistas de diversas universidades européias. Juntos eles publicaram seu trabalho no periódico Diabetes Care, da Associação Americana de Diabete, em que compararam exames de imagem de voluntários, antes e depois do consumo do óleo. E observaram que esse bom hábito diminuiu os depósitos de banha no abdômen. Diga-se: o ideal seria que você consumisse duas colheres de sopa por dia do ingrediente para obter seus benefícios.
No fundo, o mérito é todo da gordura monoinsaturada, que predomina no azeite. Se ela já era festejada por varrer o colesterol ruim das artérias, agora os médicos têm ainda mais motivo para cobri-la de elogios. Isso porque estão empenhados em acabar com as barrigas avantajadas e não tem nada a ver com questões de beleza. A gordura visceral, justamente aquela da cintura, produz substâncias que dificultam a ação da insulina, o hormônio produzido pelo pâncreas que ajuda a glicose a entrar nas células.

Ou seja, barriga grande pode levar ao diabete do tipo 2, explica o endocrinologista Márcio Mancini, presidente eleito da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, Abeso. O diabete, ao lado da pressão alta, do colesterol, dos triglicérides alterados e, de novo, da tal barriga, é o componente básico de um mal que mata a síndrome metabólica. O azeite, no entanto, ajuda a quebrar esse círculo nefasto.
Muito, muito antes de se estabelecer qualquer relação do azeite com a barriga antes até mesmo de se ter certeza de que barriga prejudicaria o coração , cientistas já observavam que os maiores consumidores do alimento estavam protegidos de males cardíacos. Os povos do Mediterrâneo, que historicamente regam seus pratos com esse óleo, parecem mais distantes da ameaça de infarto. Claro, é preciso considerar que também se esbaldam em verduras, frutas e peixes, outros guardiães dos vasos.

Nenhum desses alimentos, entretanto, compete com o azeite na preferência de gregos, italianos e espanhóis. Muitos deles têm o hábito de tomar uma colher do óleo em jejum, conta o bioquímico Jorge Mancini, professor da Universidade de São Paulo (USP), que esteve na Espanha para pesquisar o assunto.


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