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como fazer para perder peso.

Sete estratégias para perder peso

O que é preciso fazer para obter o peso ideal. Um aviso: dietas não adiantam
Emagrecer não é fácil. Quem deseja chegar a um peso ideal precisa enfrentar um processo que envolve disposição e disciplina para mudar os hábitos de vida que permitiram a instalação dos quilos extras. Entre as várias opções milagrosas, existe um consenso sobre o que realmente funciona: prática regular de exercícios físicos e eliminação do excesso de calorias da dieta diária. Além, é claro, do uso de medicamentos quando necessários e prescritos pelo médico. "As pessoas não devem fazer dieta, mas sim mudar estilo de vida", diz Amélio Godoy Matos, endocrinologista e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia,

Alguns fatores podem ajudar - ou atrapalhar - o sucesso dessa busca pela forma idea
Defina metas que estejam dentro da sua realidade e que levem em conta suas limitações. É essencial pensar em questões como aptidão pessoal, saúde, tempo disponível e motivação. Ou seja, não adianta se matricular em uma aula diária de boxe se você não tem tempo e odeia lutar
O tempo é crucial e pode fazer diferença entre o sucesso e o fracasso de uma dieta. Escolha um dia para começar e não atrase seu planejamento por qualquer motivo. Pondere as demandas do trabalho, da escola ou da família. Para alguns, pode ser mais difícil seguir uma dieta durante as férias, por exemplo.


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Mitos e verdades: o que realmente ajuda a emagrecer.

Mitos e verdades: o que realmente ajuda a emagrecer
Emagrecer 2 (ou seriam 3?) quilinhos é um desejo que está sempre rondando a cabeça de boa parte das mulheres, mesmo quando o excesso de peso parece ilusão de ótica para quem vê de fora. Vai dizer que você não conhece alguém que vive apelando para tudo que possa fazer efeito, da dieta que resolveu a vida da amiga ao truque que fez a amiga da amiga virar um palito?!? Mas nem tudo o que se escuta por aí funciona. Analisamos táticas de emagrecimento que prometem fazer mágica e vimos que muitos feitiços podem se voltar contra o culote da feiticeira. Aprenda a usar os que fazem diferença.
BEBER ÁGUA AJUDA A EMAGRECER?
Sim! Como a água melhora o funcionamento do intestino, do fígado e dos rins, contribui para que as toxinas do corpo sejam eliminadas. Quando isso não acontece, acumulamos gordura mais facilmente. Já a falta de água pode deixar o intestino preso e a barriga inchada. E quem não toma água acaba matando a sede com líquidos mais calóricos. O hábito tem ainda uma vantagem psicológica: beber água ocupa a boca e o estômago e distrai da vontade de comer por ansiedade.

2 A DIETA DA PROTEÍNA FUNCIONA?
Sim! Dietas que restringem os carboidratos e aumentam o consumo de proteínas e gorduras dão resultado rápido, mas têm de ser usadas com moderação. Os carboidratos são as principais fontes de glicose, o combustível do corpo. Sem ela o organismo usa um combustível alternativo, o chamado corpo cetônico, feito de gordura corporal. No entanto, se o regime é usado por muito tempo (mais de uma semana seguida ou várias vezes ao longo dos meses), surgem sintomas como irritação, cansaço, baixa da imunidade e até um bafo insuportável. E há o risco de engordar de novo depois de abandonar a dieta. É que, com medo de ficar sem carboidratos outra vez, o corpo pode decidir estocá-los em maior quantidade.
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Como perder peso sem fazer dieta.

Como perder peso sem fazer dieta
O sonho de toda mulher: Poder comer de tudo e o quanto quiser sem levantar o ponteiro da balança. Mas para muitas esse é um sonho impossível, que acaba por muitas vezes se tornando um pesadelo.
A verdade é que nossas escolhas se limitam em se conformar com o peso ou morrer de fome e de desejos. Não é fácil essa vida, viu.
Sortudas são aquelas conhecidas como "magras de ruim"… até já fiz muitas maldades pra ver se funcionava melhor que dieta, mas não foi tão simples assim.
Mas essa semana vi no site da revista Marie Claire algumas dicas de como perder peso sem fazer dieta.
Você vai dizer: "IMPOSSÍVEL!!!" Mas será que é mesmo impossível?
Só tem um jeito de saber: Lendo as dicas e testando… afinal, sempre que ouvimos sobre uma dieta nova corremos testar, não é mesmo?
1. Use um prato menor
Um estudo da Universidade de Cornell, no estado de Nova York, descobriu que quando a refeição era feita em um prato grande, as pessoas sentiram que a porção ingerida havia sido menor do que o ideal, fazendo assim com que comessem mais. Quando a mesma quantidade de alimento foi colocada em um prato menor, a refeição parecia mais substancial, de modo que comeram menos.
2. Use um garfo maior
Um estudo italiano sobre a relação do o tamanho do garfo descobriu pessoas que se alimentaram com garfos menores comeram mais do que aqueles com o talher grande. Os investigadores acreditam que o motivo para comer mais seja o fato de um garfo menor representar menor quantidade de comida ingerida, processo de satisfação mais lento e consequentemente vontade de comer mais.

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Coma ao lado de pessoas do sexo masculino.

Coma ao lado de pessoas do sexo masculino
Essa vale para as mulhereres. Segundo a psicóloga Meredith Young, as mulheres comem menos quando há homens por perto. "É possível que pequenas porções de alimentos sejam mais atraentes aos olhos masculinos", disse ela ao jornal "The Atlantic".
4. Leia o rótulos dos alimentos
De acordo com os pesquisadores do Institudo de Pesquisa do Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, aqueles que lêem rótulos nutricionais nas embalagens dos alimentos comem cerca de 5% menos gordura do que aqueles que não se incomodam com a tabela.
5. Beba água antes das refeições
Um estudo feito durante 12 semanas com 48 pessoas com idade entre 55 e 75 que faziam dieta relatou que, aqueles que bebiam dois copos de água antes de cada refeição perderam uma média de 2kg a mais.
6. Evitar a luz durante a noite
Desligue a televisão e o computador. Um estudo sobre o os efeitos da luz concluiu que ratos que ficaram expostos à luz noturna ganharam 50% mais peso do que aqueles que ficavam no escuro. Ambos tinham a mesma alimentação.

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emagrecer sem tomar remedio.

Aos 17 anos, a modelo Suzy Rêgo perdeu a coroa de Miss Brasil por 1 ponto. Foi em 1984. O segundo lugar foi suficiente para que ela se destacasse da multidão. No auge da forma (1,73 metro e 57 quilos), posou para a Playboy e deu os primeiros passos como atriz. Hoje, aos 44 anos, o desafio de Suzy é o mesmo de 65 milhões de brasileiros: ela precisa emagrecer, como 48% da população adulta que, segundo o Ministério da Saúde, está acima do peso. Suzy chegou a pesar 104 quilos durante a gravidez dos gêmeos Marco e Massimo, que completam 2 anos neste mês. Agora, com 80 quilos, interpreta Duda Aguiar, uma atriz que vive em luta contra a balança na novela Morde & assopra, da TV Globo. Voltou às passarelas graças ao manequim 46. Aceita convites para desfilar como modelo GG, mas acredita que essa é só uma fase. "Assim que a novela terminar, quero voltar ao manequim 42", diz. Basta querer?

Todos conhecem a receita básica do emagrecimento: alimentação saudável, atividade física e, em muitos casos, remédios. Mas essa estratégia pode estar com os dias contados. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pretende proibir no Brasil a venda de inibidores de apetite. A discussão entre as entidades médicas e as autoridades sanitárias se estende há seis meses. A decisão deverá ser anunciada nas próximas semanas.

No centro da polêmica está a substância sibutramina, cuja marca mais famosa é o Reductil. A droga atua no cérebro e aumenta a sensação de saciedade. É a principal escolha dos médicos que prescrevem remédios contra a obesidade. O tratamento é barato (R$ 20 por mês), mas incerto. Alguns pacientes não emagrecem nada. Outros podem perder mais de 20 quilos.

A justificativa da Anvisa a favor da proibição é um estudo de seis anos realizado pelo próprio fabricante (o laboratório Abbott) com 10 mil pacientes, a pedido da Agência Europeia de Medicamentos (Emea). Foram incluídos apenas obesos acima de 55 anos, com diabetes e histórico de problemas cardiovasculares. No grupo que recebeu placebo (comprimidos sem efeito), o índice de infarto, AVC ou outros problemas cardiovasculares foi de 10%. No grupo que tomou sibutramina, o índice foi de 11,6%. Ou seja: o risco aumentou 16%. Nenhuma morte foi registrada.

Embora o estudo tenha sido realizado com um grupo de alto risco, as autoridades europeias estenderam as conclusões para a população geral e proibiram a venda do remédio em janeiro de 2010. A Abbott também foi pressionada pela agência americana FDA e decidiu retirar a droga dos Estados Unidos. O mesmo ocorreu no Brasil no final de 2010, mas a sibutramina continuou disponível na forma de produtos genéricos ou similares.

Agora, além deles, a Anvisa pretende banir outros inibidores de apetite conhecidos pelo nome de "anorexígenos anfetamínicos". São substâncias como anfepramona, femproporex e mazindol. Elas podem causar dependência e já não são vendidas na Europa e nos Estados Unidos. Restaria nas farmácias apenas o orlistat, conhecido pela marca Xenical. Ele não atua no cérebro e tem um efeito emagrecedor menor.

"Todo mundo quer saber o que, afinal, pode ser usado sem risco", diz Suzy. Como ela, milhões de pessoas que caminham para a obesidade ou se tornaram obesas se sentem desamparadas. Não sabem em quem acreditar nem qual é a melhor estratégia a seguir neste momento. Suzy diz que tomou sibutramina e fórmulas com anfetamínicos em vários momentos da carreira. "Sempre me dei bem com os remédios porque fazia tudo com acompanhamento médico e nutricional", afirma. "Eles são um recurso importante, mas não podem ser o único." O peso dela sempre oscilou. A atriz diz que perder os quilos extras ficou mais difícil nos últimos três anos. "Comecei a engordar por desleixo. Depois fiz tratamento com hormônios para engravidar e engordei mais 10 quilos."

Para recuperar a boa forma, ela quer voltar a fazer caminhadas e Pilates. Também pretende reequilibrar a alimentação com a ajuda de uma nutricionista. "Meu ponto fraco é a cerveja. Troco qualquer refeição por ela", diz. Quando uma pessoa passa longos períodos sem comer adequadamente, o funcionamento do organismo muda para se adequar à falta de nutrientes. É por isso que quem faz dietas muito restritivas tende a engordar no longo prazo. "Como modelo, passava fome. Tomava litros de água, ia dormir sem comer, desmaiava nos lugares", afirma. "Quando deixei a carreira, desencanei." Engordava, tomava remédio, emagrecia. Parava de tomar, engordava de novo. Essas oscilações de peso são parte de um fenômeno bem conhecido pela ciência.


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