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quero emagrecer

Dieta sem Hidratos de Carbono
A nova obsessão são estas dietas e produtos, classificados como “low-carb”.

Nesta categoria estão incluídas dietas famosas como:

Dieta do Dr. Atkins
Dieta da Zona
Dieta de South Beach
Todas estas dietas são de origem norte-americana, zona em que 65% da população é obesa.

Tudo leva a crer que a quantidade de dietas, manuais, livros e novos produtos assinalados como “low carb” trazem apenas felicidade do mercado.
As dietas “low carb” provocam alterações do paladar e reduzem o apetite devido à alta formação de corpos cetónicos no sangue (cetoacidose).

Os corpos cetónicos são substâncias derivadas da utilização de gordura como principal fonte de energia. Nesse tipo de alimentação há um desvio do metabolismo: o corpo ao invés de utilizar hidratos de carbono como energia utiliza as gorduras, só que isto trás um custo muito elevado, pois coloca o organismo em desiquilibrio bioquímico.

Uma alimentação rica em proteínas certamente também é rica em gorduras, que aliada à restrição de hidratos de carbono e fibras solúveis, elevam os níveis de colesterol, prejudicam as artérias, coração, funcionamento cerebral, sobrecarrega o trabalho renal para eliminação da uréia e creatinina (metabólitos da degradação de proteínas), provoca desidratação, obstipação intestinal, hálito cetônico, náuseas e dor de cabeça.
Ocorre ainda carência de vitaminas e minerais (fome oculta), predisposição ao risco para desenvolver cálculos biliares e câncer.
Há perda significativa de músculos gerando flacidez e quem pratica desporto sente fadiga muscular, falta de ar e de energia.
Sob hipótese alguma se deve responsabilizar um único nutriente ou alimento pela obesidade, uma vez que ela advém do comportamento alimentar e do estilo de vida.
Para prevenir ou tratar a obesidade tem de se equilibrar a alimentação, variar os alimentos, diminuir a ingestão de sal e açúcar, cuidar da qualidade e da quantidade da gordura ingerida.
Quando o objetivo é emagrecer a atenção deve estar voltada também para o Equilíbrio Energético: calorias ingeridas e calorias gastas. Se a ingestão de calorias for maior do que o gasto energético, o resultado certamente é o aumento do peso corporal.
Cada indivíduo é único e sua alimentação deve ser tão individual quanto suas particularidades físicas, clínicas, fisiológicas, hereditárias, psicológicas e sociais.

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Dieta das Calorias Negativas

Neste tipo de dieta as pessoas ingerem alimentos nutritivos, mas que supostamente têm calorias negativas.

O princípio das calorias negativas é de que existem alimentos que fornecem menos calorias do que as dispendidas na sua digestão. Não há provas científicas de que isto realmente seja verídico.

Os alimentos de calorias negativas permitidos na dieta são principalmente frutas e vegetais, como por exemplo:

.Maçã
Espargo
Beterraba
Brócolos
Repolho verde
Cenoura
Couve-flor
Aipo
É muito fácil obter nutrientes de forma equilibrada nessa dieta. Desta forma, esse alimentos são mais eficientes como substitutos de lanches calóricos do que como um programa para emagrecimento.


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Dieta das Combinações


Dieta que foca mais sobre as ocasiões de ingestão de alimentos e não tanto sobre a quantidade ou tipo de comida ingerida.

Os defensores da dieta de combinações recomendam, por exemplo, que os hidratos de carbono não sejam ingeridos com citrinos na mesma refeição, porque a enzima que digere os hidratos só funciona em ambientes alcalinos.
Outro exemplo é o Método Montignac, defendido por Michel Montignac, que recomenda não comer gorduras juntamente com hidratos de carbono porque esses fazem com que o pâncreas liberte insulina, o que por sua vez faz com que o corpo absorva as gorduras.
Apesar das justificações para esta dieta não serem controversas a sua aplicação pode ser.

Os defensores da dieta de combinações afirmam que, embora as enzimas adaptadas de omnívoros permitam que nós sejamos capazes de comer diferentes tipos de alimentos, comer vários tipos de comida no espaço de menos de uma hora é uma coisa recente, posterior ao desenvolvimento das cidades, de modo que o corpo humano não está preparado para isso.
Entretanto, actualmente há pouca evidência que suporte estas teorias, e o método é controverso.


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Dieta do Tipo Sanguíneo

A dieta do tipo sanguíneo foi desenvolvida pelo americano Peter J. D’Adamo, que a popularizou através do livro A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.

Essa dieta afirma que se deve ter uma dieta diferente conforme o tipo de sangue, baseando-se na teoria que o tipo de sangue determina funções digestivas, imunidade do corpo e que alguns alimentos específicos podem causar aumento ou emagrecimento corporal.

Segundo esta dieta as pessoas de tipo de sangue O seriam “caçadoras carnívoras”, com aparelho digestivo forte, sistema imunitário forte e requerem metabolismo eficiente para permanecerem magros.

Já os indivíduos de sangue A seriam vegetarianos dóceis e os de sangue grupo B seriam omnívoros, consumidores de laticínios.

A dieta do tipo sanguíneo é polêmica e recebe críticas de nutricionistas e médicos que afirmam não haver comprovação científica da relação entre o tipo de sangue e dieta ideal.


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Dieta da Fruta

Os Frutarianos são vegetarianos que comem apenas as frutas da plantas.

Este tipo de alimentação inclui, além do que costumamos chamar fruta, todos os alimentos que são os frutos de plantas que deram flor. Ou seja, esta dieta inclui todos os grãos, nozes, sementes, feijões, ervilhas, pimentas, tomates, abóboras, etc.

Um frutariano deve tomar suplementos vitamínicos que contenham a vitamina B12, especialmente durantea gravidez ou aleitação.

O princípio filosófico desta alimentação é que ao comer apenas o fruto da planta esta não é morta. Além disso ao comer um fruto ainda se faz um favor à planta pois as sementes que forem ingeridas ficam mais ricas e as de fruta de caroço vêm o caroço exposto para nascer.

No entanto este tipo de dieta é muito difícil de seguir e pode provocar deficiências nutricionais. Além disso como as frutas são ricas em açúcares ainda pode provocar diabetes ou sintomas de hipoglicemia, simultâneamente com insuficiência de proteínas , minerais e vitaminas lipossolúveis.

Os frutarianos a longo prazo são susceptíveis a ânsias por comidas e consequentemente podem comer demais tanto os alimentos “permitidos” quanto os “não permitidos”, e geralmente ficam viciados em tâmaras (pelo seu grande conteúdo de açúcar) e abacates (pelo seu grande conteúdo de proteína).

Alguns frutarianos desenvolvem uma desordem alimentar chamada ortorexia.


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