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Colesterol infantil dieta.

trocas na dieta contra o colesterol
Saiba como substituir alguns alimentos que elevam os níveis dessa gordura sem perder o prazer à mesa

No placar científico, um time de nutrientes já pontuou a favor das nossas artérias na disputa contra o colesterol. Um estudo em institutos espanhóis como o Hospital Clinic de Barcelona demonstra, após analisar 772 pessoas suscetíveis a infartos, que uma dieta rica em fibras dribla o excesso de LDL, a versão nada benéfica da gordura, afastando perigos. Já nos Estados Unidos, pesquisadores da Universidade Loma Linda provaram que peixes, nozes e castanhas garantem proteção digna de um golaço. Afinal, ajudam a controlar as taxas da substância no sangue. Por que, então, não convocar esses alimentos ao cardápio? A tática vitoriosa é trocar itens que contribuem muito pouco — ou até atrapalham — por outros que se mobilizam para vencer o colesterol. E o melhor: sem deixar o prazer à mesa no banco de reservas. Saiba como e por que vale a pena adotar esse esquema em prol da saúde cardiovascular.
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1. Pão francês por integralEis uma forma de começar o dia protegendo as artérias. A massa integral presenteia o organismo com boas doses de fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação. "Ao chegar ao fígado, ela diminui a produção de colesterol", explica a gastroenterologista Jacqueline Alvarez-Leite, da Universidade Federal de Minas Gerais. Com isso, cai também a quantidade dessa partícula no sangue.
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Como reduzir gordura e colesterol na dieta das crianças.

Como reduzir gordura e colesterol na dieta das crianças

Hábito alimentar é uma coisa que se adquire em casa, por isso, é importante principalmente nos primeiros anos de vida cultivar o hábito de uma alimentação saudável. Lembre-se, que uma boa alimentação e bons hábitos nutricionais são importantes para a vida toda, ajuda a previnir doenças crônicas como obesidade e diabetes, e todas as comorbidades (doenças associadas) a elas como hipertensão, doenças coronárias, doenças vasculares, doenças articulares etc.
Aqui estão algumas maneiras que ajudam a limitar a gordura e colesterol na dieta da familia:
1- Manter frutas e legumes frescos sempre disponíveis;
2- Sirva o pão de grãos integrais e cereais;
3- Prefira o leite e iogurte desnatado. Escolha os queijos que tem taxas mais baixas de gordura, por exemplo, ricota, cottage, minas;
4- Inclua alimentos ricos em amido (batata, macarrão, arroz) em suas refeições;
5- Evite coberturas ricas em gordura e alto teor calórico, incluindo manteiga, margarina, creme azedo e molhos. Em vez disso, use queijo cottage com ervas, queijo parmesão ralado, ou iogurte com pouca gordura como molho para saladas;
6- Sirva as carnes magras, como frango, peru, peixe, carne bovina magra e cortes de carne magra de porco (lombo, lombo, costeletas, presunto). a gordura visível e retire a pele das aves;
7- Selecione margarinas e óleos vegetais (canola, milho, girassol, soja);
8- Ao cozinhar, usar sprays vegetais antiaderente para reduzir a gordura adicionada;
9- Escolha técnicas de cozimento sem gordura, como fermento, assado, caça, carne grelhada, ou vapor na preparação de carnes, peixes e aves. Evite manteiga ou margarina ao preparar ou servir vegetais;
10- Evite frios e embutidos de porco: salames, presuntos, salsichas. E dê preferência para os de aves como: chester, peru, frango;
11- Evite frituras, chocolates e doces com cremes, sorvetes de massa, biscoitos recheados ou cobertos;

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Alimentação Infantil.

Alimentação Infantil
A criança e o colesterol
Médico afirma que a prevenção da doença deve começar cedo
A maioria dos pais nem pensa nos possíveis riscos de um nível de colesterol alto para seus filhos. Porém, médicos afirmam que as crianças também não estão imunes a este que é um dos maiores fatores de desenvolvimento de doenças e acidentes cardiovasculares e cerebrais. De acordo com o pediatra Mauro Melhem, especialista em obesidade infantil, a falta de atenção dos pais ocorre porque o colesterol alto não apresenta sintomas e, além disso, os problemas associados a ele ficam escondidos durante anos. "Por esse motivo, também é difícil estabelecer uma relação entre a saúde da criança e as taxas de colesterol", diz.

Segundo o médico, o melhor a fazer é prevenir o risco realizando exames de sangue periódicos nas crianças e, principalmente, garantindo a elas uma alimentação saudável, com poucas refeições à base de gordura saturada (ou seja, principalmente a carne vermelha). "As carnes gordurosas não são boas para crianças", diz. "O melhor é restringir seu consumo a um ou dois dias da semana, e nos demais ficar nas aves e peixes".

Melhem recomenda também que a lancheira escolar carregue o mínimo possível de açúcar, frituras e salgadinhos, e o máximo de frutas, sucos naturais ou de soja e biscoitos integrais. Além disso, o médico aconselha a trocar a manteiga por "mantesoja", uma mistura à base de farinha de soja, ou ainda por pasta de amendoim. "Evite maionese, ovos, sorvetes e tudo o que leve gordura hidrogenada", enfatiza.

Apesar da chance de uma criança ter um problema de coração ser pequena, Melhem afirma que a maioria das doenças cardiovasculares tem suas raízes na infância. "Placas de gordura começam a se instalar nas artérias bem cedo, por volta dos 5 anos de idade", explica. De acordo com ele, um histórico familiar de pessoas com colesterol alto e doenças cardíacas prematuras já é um indicador para checar sempre a saúde de seu filho. "A prevenção é um presente a longo prazo", diz o médico.

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Reduza os níveis de colesterol e triglicérides das crianças.

Reduza os níveis de colesterol e triglicérides das crianças
Oferecer uma alimentação mais saudável e com menos industrializados já ajuda

A cada dia aumenta a quantidade de crianças com níveis elevados de colesterol e triglicérides sanguíneos. Este problema, que antigamente preocupava apenas os adultos, agora faz parte do dia a dia de muitas crianças brasileiras. Mas por quê? O que mudou?

A rotina das crianças mudou muito, assim como os seus hábitos alimentares. Antigamente, comiam-se mais frutas, verduras e as refeições eram preparadas na hora pela mãe. Em contraposição, hoje em dia, os alimentos congelados e embutidos fazem parte do prato da criançada: hambúrgueres, nuggets, linguiça, salsicha, pizzas, dentre outros. O consumo de alimentos prontos para o consumo também aumentou: salgadinhos de pacote, batatas fritas, refrigerantes, chocolates, bolos e biscoitos recheados, queijos amarelos, salame, mortadela, presunto.

Muitas crianças saem de casa sem tomar o café da manhã e no intervalo comem coxinha ou hambúrguer e refrigerante
Outra mudança é a falta de atividade física. Antes, as crianças brincavam de correr, pular corda ou jogar bola, hoje, o sedentarismo tomou conta e os pequenos só assistem televisão, jogam videogame ou ficam no computador e, na maioria das vezes, beliscando guloseimas.

Então, o que fazer?

É preciso se reorganizar. A maioria das mães e pais trabalham fora, chegam em casa e querem preparar uma refeição rápida, porém precisa ser nutritiva.

O que geralmente recomendo aos pais é mudar as compras no supermercado: evitem comprar bolachas recheadas, bombons, salgadinhos, refrigerantes. Procurem comprar frutas, bolachas sem recheio, leite, iogurtes, queijo branco e peito de peru. Quando a criança estiver com fome, ela irá comer o que tiver em casa, mas é lógico que se tiver uma guloseima, ela vai preferi-la a comer uma maçã, por exemplo.

Quanto às refeições, procure preparar diariamente: saladas, legumes cozidos, arroz, feijão, carnes. Caso a mãe não tenha tempo de cozinhar, uma alternativa é preparar alguns pratos no final de semana e congelar: feijão, carnes cozidas, carne moída refogada com legumes, frango e peixes. Para quem tem uma pessoa em casa que prepara as refeições, deixe anotado o que você quer que ela prepare.

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Colesterol alto em crianças…E aquele cachorro quente?

Colesterol alto em crianças…E aquele cachorro quente?

Toda criança adora cachorro quente. Aliás, não apenas as crianças.

Por outro lado, vez ou outra pipocam aqui e ali pesquisas e estudos sobre o consumo constante de alimentos embutidos (salsichas, linguiças, salame, bacon, presunto…), e sua relação com câncer, doenças cardiovasculares ou diabetes tipo II.

Em maio desse ano, saiu mais uma, realizada pela Faculdade de Medicina de Harvard, e publicada no site do jornal "Circulation" .

Com base na análise de 1.600 estudos que observaram 1,218 milhão de pessoas em uma dezena de países, os estudiosos concluíram que comer apenas um cachorro-quente por dia aumenta em 42% os riscos de sofrer doenças cardiovasculares.

Muita gente não quer acreditar, ou não quer largar o costume de se deliciar com o sanduíche mais popular do pedaço.

Entretanto, se é difícil controlar o desejo, ao menos evite o consumo exagerado.

Para as crianças, de vez em quando, em uma festa infantil, em um sábado ou domingo chuvoso, durante um jogo do campeonato, vá lá, que ninguém é de ferro.

Agora, todo dia, porque hoje estou com preguiça de ir para o fogão, porque basta colocar as salsichas na água, porque o gosto é tentador, porque não conheço ninguém que tenha morrido após a ingestão de salsicha… pense bem.

E pense ainda mais ao dar salsichas para bebês e crianças menores de 2 anos.

Se apresentam refluxo, evite completamente (não apenas salsicha, mas todo alimento embutido).

Se forem alérgicos á caseína do leite de vaca ou intolerantes á lactose, evite pois possuem lactose.

Tem ainda que, em termos nutricionais, um cachorro quente não vale muita coisa para quem quer mais que calorias.

A salsicha possui alguma quantidade de ferro, mas o organismo não o absorve como deveria, e nenhuma fibra, vitamina ou mineral.

Conforme Renata Micha, da Escola de Saúde Pública de Harvard, bacon, salame, linguiças, cachorros quentes e frios devem ser os mais evitados.

Todas as carnes processadas possuem, em média, quatro vezes mais sódio, e 50 % mais nitrato que as não processadas.
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