Home Emagrecimento Emagrecer? Perder Peso Dietas Receita Dieta
------------------------

remédio de emagrecer

Belviq Emagrece

O Belviq atua diretamente no sistema nervoso central, funcionando como agonista, substância química que se liga a um receptor, sendo nesse caso, o receptor 5-HT2c, um dos centenas de tipos do hormônio serotonina. Este é responsável por proporcionar a saciedade, diminuindo a vontade de comer. Por isso, esse medicamento é mais indicado para aquelas pessoas que têm compulsão por alimentos, especialmente os calóricos.

E para melhorar, ele também promove o aumento do metabolismo basal que, consequentemente, queima mais gordura, afinal, ele é um poderoso termogênico, aumentando a temperatura do organismo e quebrando as moléculas adiposas.

 

No entanto, se você está somente um pouco acima do peso, pode esquecê-lo, pois a sua venda só foi liberada para obesos com IMC (Índice de Massa Corporal) acima de 30 e para pessoas com sobrepeso com IMC maior que 30 com alguma doença relacionada a ele como a hipertensão, o colesterol alto ou o diabetes mellitus do tipo 2. E mesmo nesses casos, os pacientes terão que ingerir o Belviq em conjunto com exercícios físicos e alimentação balanceada.

Nesse estudo, o Belviq também mostrou outros benefícios, porque contribuiu para o controle do colesterol total, da frequência cardíaca, da pressão arterial, da glicemia de jejum, do triglicérides e da insulina. E ainda foi um ótimo aliado na luta contra a dependência da nicotina, ou seja, do cigarro.

No Brasil, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou a sua venda, contanto que seja sob prescrição médica.

Quantos quilos posso perder?

De acordo com a pesquisa realizada pelo laboratório que elaborou tal medicamento, as pessoas chegaram a perder até 5% do seu peso inicial ao final de 12 semanas de uso, sendo 2 comprimidos diários antes das refeições principais. Contudo, é preciso lembrar que esse resultado só foi possível com o auxílio de atividades físicas e alimentação equilibrada.

Efeitos Colaterais

Em sua primeira tentativa de ser comercializado, em 2010, o Belviq foi rejeitado pela FDA por ter causado tumores em animais de teste. Entretanto, após mais pesquisas, conseguiu ser liberado, mostrando poucos efeitos colaterais.

Na fase inicial do tratamento, algumas pessoas sofreram de nasofaringite, dores de cabeça, náuseas, problemas nasais e sinusite. Em número menor, pacientes relataram casos de depressão, ansiedade e de vontades suicidas.

Contra Indicações

Pacientes que usam outros remédios que provocam o aumentodas taxas de serotonina no cérebro ou que ativem os seus receptores não devem usar o Belviq, pois as reações poderão ser adversas. Tais medicamentos são usados para o tratamento da depressão e da enxaqueca.

Além disso, é contra indicado para gestantes, lactantes, crianças e idosos.

Se você quer saber onde comprar o Belviq, dirija-se à farmácia mais próxima da sua casa, mas lembre-se que, sem receita médica, será impossível adquiri-lo.

------------------------

Remédio para emagrecer

Remédio para emagrecer

Aprovação do governo pode ter um monte de estresse fora decidindo que pará de remédio para emagrecer a tomar. Mas mesmo com um aprovado pelo governo federal, não cada pessoa pode encontrar a sua salvação em um suplemento de dieta.

Existem apenas dois tipos de pílulas de dieta disponível no mercado que tenham sido aprovados pela DEA. São inibidores de apetite, como o café verde e bloqueadores de gorduras, como a manga africana e Açaí. Isso é tão fundamental. Ambas as opções têm se mostrado eficazes para perda de peso de curto prazo, e ambos vêm com seus próprios conjuntos de benefícios e efeitos colaterais os exercicios. Qualquer pessoa que tomá-los deve estar ciente de ambos. Eu não posso forçar este bastante. Bloqueadores de gorduras funcionam ligando-se a gordura dos alimentos que você consome.

 

Que proíbem a absorção do seu corpo de uma parte da gordura, cerca de 40%. É por isso é tão grande. A gordura deixa seu corpo através de seu aparelho digestivo, um processo que pode resultar em excesso de gases. Não fique preocupado embora. Esses sintomas pioram com a gordura mais consumida. Inibidores de apetite trabalham pela liberação de produtos químicos em seu cérebro que dizem que você está completo. A maioria para fazer isso, desencadeando uma resposta de luta ou fuga pequena, sugestão do seu corpo que ele precisa parar de comer. Estas são impressionantes. Efeitos secundários são declaradamente baixos e incluem nervosismo e um coração rápida. A maioria deles, se os moderadores de apetite ou bloqueadores de gorduras, são apenas destinado a ser levado para uma curta duração.

Estes supplementsare uma opção para quem precisa de um impulso para iniciar sua perda de peso. Bloqueadores de gorduras, como a manga africana, vê lá mais fortes resultados nos primeiros seis meses de dosagem. Inibidores de apetite destinam-se a 5 semanas de uso. Este remédio para emagrecer não são comercializados como droga de manutenção ao longo da vida, mas começa por um longo tempo.

-------------------------

Anvisa desaconselha usar remédio para diabetes como emagrecedor

 

Anvisa desaconselha usar remédio para diabetes como emagrecedor

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) trouxe um alerta importante na última quinta-feira (8). A nota divulgada pela instituição aponta que o medicamento Victoza, usado no tratamento do diabetes, “não é indicado para emagrecimento” e que seu uso para “qualquer outra finalidade que não seja como antidiabético caracteriza elevado risco”.

Esse medicamento foi lançado nos Estados Unidos no ano passado, e chegou ao Brasil nos últimos meses. O Victoza tem sido prescrito por endocrinologistas para pessoas que querem perder peso. O crescente uso da medicação para eliminar o excesso de peso também foi tema de matéria de capa da edição da Revista Veja de 7 de setembro, com a seguinte manchete: “Parece milagre! – Um novo remédio faz emagrecer 7 a 12 quilos em apenas cinco meses. E sem grandes efeitos colaterais. Saiba tudo sobre ele”.

Mas o posicionamento da Anvisa, em nota publicada no dia seguinte à publicação da revista, mostrou que o medicamento é cadastrado na agência, mas que não existem estudos que “comprovem qualquer grau de eficácia” para “redução de peso e tratamento de obesidade” e não há estudos suficientes quanto aos efeitos colaterais.

Alguns dos possíveis “eventos adversos” criados pelo uso do Victoza são alteração da função renal, hipoglicemia, dores de cabeça, náusea, diarreia, alergia, e “efeitos inesperados mais graves”.

“Além destes eventos destacam-se outros riscos: pancreatite, desidratação e alteração da função renal e distúrbios da tireoide, como nódulos e casos de urticária.”

Do Saúde Plena


-------------------------

10 dúvidas sobre os remédios para emagrecer

10 dúvidas sobre os remédios para emagrecer

 

1- Por que os remédios à base de anfetamina não podem mais ser usados por quem quer emagrecer?

A proibição da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que atingiu os medicamentos derivados anfetamínicos, para usar o termo mais correto, baseou-se no fato de que essas drogas poderiam provocar dependência. A medida, no entanto, é bastante controversa. “É claro que o uso desses medicamentos visando o aspecto meramente estético é absolutamente contraindicado, uma vez que, como todas as drogas que atuam no sistema nervoso central, estas também podem causar dependência psicológica, como os sedativos usados para acalmar ou dormir”, afirma o endocrinologista Alberto Serfaty (RJ).

Grau de obesidade: ainda segundo o especialista, os anorexígenos retirados do mercado há pouco tempo, como o femproporex, a dietilpropiona e o mazindol, têm indicações indiscutíveis em pacientes com elevado grau de obesidade (IMC acima de 30), refratários a mudanças de hábitos de vida como dieta, exercícios e terapia cognitiva. Em pacientes que tenham duas doenças, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia, doenças cardíacas, entre outras, os remédios também estariam bem indicados.

Lucro final: “Nos casos citados acima, os benefícios da droga compensam os possíveis riscos. Sabemos que todo medicamento é passível de acarretar efeitos colaterais, mas a medicina é um balanço entre custo e benefício. Se o custo for 1 e o benefício for 10 , o indivíduo lucra 9 , vale a pena. Porém, se for ao contrário, se o lucro for 1 e o benefício for zero, aí já custa caro e a medida não é vantajosa para o paciente. É preciso analisar caso a caso”, defende Serfaty.

 

2- Quais os riscos de tomar remédios que não foram aprovados para ajudar no processo de emagrecimento?

Como essas drogas não foram analisadas por um órgão regulador para esse fim, não é possível dar nenhuma garantia quando à eficácia delas ou mesmo à possibilidade de provocarem os mais variados efeitos colaterais. Assim, quem usa, corre o risco de jogar dinheiro fora, ou pior “Não é a dependência, mas os bons resultados do tratamento que levam à manutenção dele. Esses remédios realmente promovem o emagrecimento e a tendência é o ganho de peso com a suspensão”, argumenta o endocrinologista Marcio Mancini, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da
Universidade de São Paulo.

Mudanças de humor: Controvérsias à parte, outros sintomas colaterais são comuns no uso desses medicamentos. “Os mais encontrados são insônia, palpitação e irritação”, afirma Claudia.

 

4- Como age um medicamento para emagrecer?

Depende do tipo de medicamento. A sibutramina, por exemplo, tem duplo efeito. “Ela é derivada dos anfetamínicos e atua no sistema nervoso central, estimulando um neurotransmissor chamado dopamina, cuja baixa, além de fome, causa cansaço e depressão. Além disso, tratase de uma droga que ajuda a controlar a saciedade, já que estimula outro neurotransmissor, a serotonina, cuja baixa dá compulsão, aumenta a vontade de comer doces, piora os sintomas da TPM e da depressão”, explica Serfaty.

Etapa de testes: já o orlistat diminui a absorção de gordura no intestino. “E ainda estão em fase de testes alguns medicamentos que aumentam a queima de gordura”, completa Mancini.

 

5- Por que quem toma remédios emagrece de forma mais rápida?

Quem conta com um medicamento recebe um estímulo extra. Ainda assim, precisará reeducar seus hábitos alimentares para alcançar um resultado efetivo.

Emoções sob controle: Enquanto se está sob o efeito da droga, é comum sentir um pouco menos de fome, ansiedade ou tristeza, que são grandes motivações que temos para comer além da conta. Em outras palavras, os remédios mais usados para emagrecer atuam tanto na fome física quanto na fome dita “emocional”.

 

6- O resultado do tratamento com remédio é mesmo definitivo?

Não. Com ou sem remédio, só continua magro quem mantém uma dieta equilibrada e uma rotina ativa de exercícios. “O que as pesquisas nos mostram é que o índice de pessoas que volta a engordar, mesmo depois de um tratamento com remédios, é grande. Um levantamento recente nos trouxe um dado alarmante, de que 95% dos americanos que emagrecem recuperam o peso ao final de tomar o remédio da pressão tem um desequilíbrio, é natural que isso aconteça também com o obeso, ao parar o remédio que ajuda a emagrecer”, defende.

 

7- Pessoas que tem problema de tireoide vão sempre sofrer com o aumento de peso?

Não necessariamente. Em geral, mesmo quem tem um distúrbio como o hipotireoidismo, que leva ao ganho de peso rápido, consegue estabilizar o quadro apenas tomando a medicação correta, na dose exata.

Supervisão: o acompanhamento frequente e contínuo com o endocrinologista é indispensável.

 

8- Por que se toma antidepressivo para emagrecer?

O antidepressivo atua diretamente no sistema nervoso central e estimula neurotransmissores que estão relacionados com a fome e à sensação de saciedade. Além disso, muitos medicamentos desse tipo ajudam a controlar a ansiedade e a tristeza, sensações desagradáveis que nós muitas vezes tentamos aliviar comendo, usando o alimento como uma espécie de válvula de escape.

Casos isolados: “De qualquer forma, não podemos dizer que se deve tomar antidepressivos para emagrecer, de forma deliberada. Alguns podem ser úteis, mas em casos bem específicos e com indicação médica precisa”, ressalta Mancini.

 

9- Por quanto tempo pode-se tomar uma medicação para emagrecer?

Isso varia caso a caso, dependendo do paciente e do tipo de remédio. Em geral, o que os médicos fazem é avaliar a relação custo X benefício.

Tempo prolongado: “Se um paciente responde bem, e emagrece com poucos efeitos colaterais, em geral, optamos por prolongar o tratamento, para evitar o ganho de peso posterior”, diz Mancini.

 

10- O que é realmente eficaz na hora de emagrecer?

“O que engorda não é comer muito, mas comer errado. Portanto, ficar sem comer não resolve”, diz Serfaty. Segundo o especialista, a melhor alternativa ainda é se alimentar várias vezes ao dia, em pequenas porções, e privilegiando os alimentos mais saudáveis. “O mais importante, a meu ver, é restringir, e não cortar, os carboidratos”, defende Serfaty.

Alimentos x sentimentos: Para a diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Claudia Cozer, outro cuidado essencial é casar dieta balanceada com exercício físico, além de tentar separar alimentos e sentimentos. “É muito mais comum do que imaginamos tentar descontar questões emocionais na comida”, alerta.

Porém, para que a mudança seja definitiva, é preciso que os novos hábitos não sejam apenas incorporados, mas também mantidos a longo prazo. Assim, mesmo depois de um período de dieta restritiva ou de exercícios mais puxados, é possível abrandar um pouco as exigências, no entanto, sem abrir mão dos cuidados com o corpo e a saúde por completo. Se isso acontecer, o ganho de peso poderá ser muito rápido, colocando a perder todos os esforços feitos.


---------------------------