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aliados da dieta

8 táticas para comer menos

 

1. Coma em prato pequeno
Na hora da refeição, troque o prato raso pelo de sobremesa. O truque é simples, mas ajuda a não exagerar no tamanho das porções e a manter o controle durante a dieta.

 

2. Não leve as panelas para a mesa
Monte o prato antes de se sentar e não coloque panelas e travessas na mesa durante as refeições. Pode parecer besteira, mas deixar a comida à disposição estimula a repetição do prato e fica mais difícil resistir às tentações.

 

3. Comece pela salada
Começar a refeição pela salada faz com que você se sinta satisfeita com menos comida. Mas não vale apostar no truque e encher o prato de ingredientes calóricos e molhos gordurosos: o ideal é uma saladinha bem variada e colorida e temperada com azeite, vinagre, limão e sal.

 

4. Água gelada e gelatina diet
Trinta minutos antes de almoçar ou jantar, você pode beber um copo de água gelada e/ou comer uma gelatina diet. Essa dica também é simples, mas é o suficiente para evitar que você exagere na comida.

 

5. Chocolate meio amargo
Que tal comer um chocolate meio amargo (no máximo 30g) 5 minutinhos antes das refeições? Delícia! A dica, além de gostosa, funciona porque o sabor intenso engana a fome.

 

6. Planeje as compras
Na hora de fazer supermercado, vá munida de uma lista com as coisas que você precisa para não cair em tentação. Evitar o corredor de guloseimas também dá aquela força para resistir. "Ter alimentos calóricos na dispensa é uma

armadilha perigosa. Faça um estoque de petiscos saudáveis", ensina Lígia Henriques, nutricionista de São Paulo. Além disso, evite ir às compras quando estiver na TPM ou com fome.

 

7. Organize o menu
Estabelecer um cardápio light para a semana ajuda bastante na hora de manter a dieta. Outra maneira de evitar as escorregadas é levar lanchinhos sempre com você para não ficar no aperto. "Quando tiver um evento, coma antes, mesmo que seja apenas uma fruta ou iogurte, para não depender apenas do cardápio do local", sugere a especialista.

 

8. Faça o registro alimentar
Anotar tudo o que você come durante o dia é um jeito de manter o controle sobre a sua alimentação. "Estudos indicam que, ao fazer esse registro, ingerimos de 20 a 30% menos calorias durante a semana", conta Ligia. Fazer o diário alimentar também ajuda você a identificar as suas situações de risco, acompanhar sua evolução e organizar a dieta.

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O que é melhor: maionese ou manteiga?

O que é melhor: maionese ou manteiga?

"Maionese, mas a versão industrializada", afirma Cynthia Antonaccio, nutricionista de São Paulo. Segundo ela, a maionese é produzida com óleo vegetal, fonte de gordura poli-insaturada. "Ela reduz o colesterol ruim e, por isso, é boa para o coração." A maionese tem outra vantagem: contém menos da metade das calorias (34 em 1 colher de sopa/10 gramas) em comparação à manteiga (74 na mesma medida). "Feita com mais de 80% de gordura saturada, a manteiga (mesmo a light) pode ser prejudicial à saúde quando consumida com frequência", orienta a nutricionista.

 

Trocar o sal tradicional pelo light reduz medidas?

Sim, desde que você não exagere na pitada. Esse risco existe porque a versão light é menos salgada, induzindo-a a dobrar a dose. "Nesse caso, a troca não vale a pena", alerta Mariana Duro, nutricionista da Clínica Villa Vita, em São Paulo. Mas se você usá-lo com moderação, o resultado na balança vai aparecer, pois o sal light tem 50% menos cloreto de sódio (substância que faz o organismo reter líquido) que o tradicional. Para completar o tempero e deixar a comida saborosa, a sugestão da nutricionista é acrescentar ervas e especiarias como salsa, coentro, orégano, gengibre, páprica, pimenta e cúrcuma.

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9 ideias para controlar a compulsão por doces

 

9 ideias para controlar a compulsão por doces

 

1. Escolha a sobremesa ideal
Prefira os doces com castanhas ou frutas. "As fibras e gorduras boas diminuem a velocidade da absorção do açúcar. Daí a glicose é liberada no sangue aos poucos, controlando o desejo e evitando ataques", explica Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo.

 

2. Prefira os doces feitos em casa
Ao preparar alguma sobremesa, dá para trocar a margarina, o leite e o açúcar pelas versões magras, o que reduz bem as calorias. "Uma boa pedida para os momentos de muito desejo é o Power Pak Pudding, da MHP. O suplemento é rico em proteína, pobre em carboidrato e não tem gorduras", revela a nutricionista Vanessa Leite, de Porto Alegre. Outra saída para os momentos de emergência é bater a gelatina já pronta com um iogurte light. Mata a vontade louca pelo açúcar e não coloca a dieta a perder.

 

3. Aposte nos sabores fortes
Bateu vontade de chocolate? Vá de meio amargo. Eles têm propriedades antioxidantes e não contém açúcar que estimula a vontade de comer mais. Além disso, o sabor mais acentuado deixa você satisfeita com uma porção menor. O azedinho da musse ou da torta de limão dão essa mesma sensação.

 

4. Acerte na hora
Depois do almoço, como sobremesa, o doce engorda menos. As fibras presentes na refeição reduzem a absorção do açúcar. Até uma hora antes do exercício também é uma boa - as calorias serão usadas na aula.

 

5. Divida a sobremesa
Deixe para experimentar aquela tentação quando sair para comer com os amigos e reparta a tentação com a turma. "Dividir o doce em duas, três ou até quatro partes ajuda todo mundo a ficar em forma", ensina a nutricionista Cynthia Antonnaccio, de São Paulo.

 

6. Congele os doces
Quando preparar ou comprar torta, bolo, croissant ou até mesmo quando abrir uma barra de chocolate coma um pedaço e congele o restante. Longe da sua vista, fica mais fácil controlar os ataques.

 

7. Cheire o chocolate
Pode acreditar, funciona. "Boa parte do que pensamos que é o gosto de um alimento na verdade é o cheiro", diz a nutricionista Bianca Araújo de Oliveira, de Curitiba. "O olfato é mais eficiente que o paladar para ativar os receptores do cérebro que respondem pelas emoções - como o bem-estar conferido pelo açúcar." É como se enganassem o cérebro, fazendo-o achar que o doce já foi ingerido e inibindo a vontade de comer mais.

 

8. Masque chiclete
Sem açúcar, claro. "Use um chiclete de sabor hortelã e deixe o gosto refrescante contagiar", ensina a nutricionista Cynthia Antonnaccio, de São Paulo. O ato de se distrair com uma goma na boca estimula a serotonina, reduzindo a fome e deixando você menos ansiosa.

 

9. Use os florais
Se todas as sugestões acima ainda não forem suficientes, você pode recorra a aromaterapia. O Roll-on Diet Aid, da Tisserand, promete proporcionar saciedade por mais tempo. "O produto possui aroma tão doce e exótico como o do chocolate, ajuda a combater a perda de motivação e confiança e suaviza o desconforto digestivo", explica Maria Aparecida das Neves, do Grupo Essence.

 

Fonte: boaforma


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20 trocas contra o colesterol

20 trocas contra o colesterol

1. Pão francês por integral
Eis uma forma de começar o dia protegendo as artérias. A massa integral presenteia o organismo com boas doses de fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação. "Ao chegar ao fígado, ela diminui a produção de colesterol", explica a gastroenterologista Jacqueline Alvarez-Leite, da Universidade Federal de Minas Gerais. Com isso, cai também a quantidade dessa partícula no sangue.

2. Leite integral por desnatado
Esse esquema garante a entrada do cálcio, tão caro aos ossos, sem um bando de penetras gordurosos. A bebida desnatada tem o mesmo teor do mineral, com a vantagem de ostentar menos ácidos graxos saturados. O excesso desse tipo de gordura eleva os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. "Isso porque reduz o número de receptores que captam LDL nas células", ensina a nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Se esse mecanismo não funciona direito, o colesterol vaga no sangue, pronto para se depositar na parede das artérias.

3. Óleo de soja e outros por azeite
O ganho dessa troca vem da combinação entre gorduras benéficas e antioxidantes que povoam o óleo de oliva. Uma de suas vantagens é fornecer doses generosas de ácidos graxos monoinsaturados. "Eles não aumentam os níveis de LDL e ainda ajudam a erguer um pouco as taxas de HDL, o colesterol bom", afirma o cardiologista Raul Dias dos Santos, do Instituto do Coração de São Paulo. "Além disso, os compostos fenólicos do azeite evitam a oxidação do colesterol, fenômeno que propicia a formação das placas", completa Jorge Mancini, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo.

4. Pizza de mussarela pelas de vegetais
A ideia pode não agradar aos fãs mais puristas das pizzarias, mas presta um enorme serviço aos vasos sanguíneos. Deixar camadas e mais camadas de queijo de lado de vez em quando significa podar gordura saturada do cardápio. Como você viu, ela protagoniza o disparo do LDL, o tipo perigoso do colesterol. Substituir a mussarela ou a quatro queijos pelas redondas cobertas de vegetais é uma saída para degustar pizzas sem receio. Opções não faltam — vale pizza de escarola, de rúcula, de brócolis e até de abobrinha. E elas oferecem um bônus: pitadas de fibras e antioxidantes.

5. Salgadinhos por castanhas
Essa troca é destinada àquele momento em que pinta a fome no meio do dia. Solução fácil, mas nada saudável, seria recorrer aos salgadinhos ou biscoitos recheados, petiscos que costumam contar com gordura trans em sua receita. "Ela não só faz aumentar o LDL como ainda contribui para derrubar o HDL", alerta Ana Maria Lottenberg. Para escapar da malfeitora, aposte nas castanhas e nas nozes — legítimos depósitos da gordura monoinsaturada, que faz exatamente o trabalho oposto. "As oleaginosas ainda são fontes de antioxidantes", lembra Jorge Mancini.

6. Cereais açucarados por aveia
A aveia tem fama de ser um dos cereais mais nutritivos do planeta. Por isso merece um espaço logo no café da manhã — seja na forma de flocos, seja no mingau. Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina comprova, mais uma vez, sua capacidade de cortar a gordura que sobra no sangue. "A aveia é rica em betaglucanas, fibras fermentadas no intestino e capazes de regular a síntese de colesterol", explica a autora, Alicia de Francisco, que também é coordenadora para a América Latina da Associação Americana de Químicos de Cereais. "Observamos que elas ainda aumentam o HDL."

7. Bauru por peito de peru e queijo branco
Calma, não pretendemos condenar ao ostracismo um lanche tão tradicional como o bauru. O problema é que ele deixa a desejar se as taxas de colesterol já rumam aos céus. Basta averiguar seus ingredientes: queijo prato e presunto, redutos de gordura saturada e colesterol. Que tal substituí-lo por um sanduba de peito de peru e queijo branco, que é mais esbelto do que seu congênere? Experimente. Só é preciso ficar atento ao tamanho do lanche. Ora, uma gigantesca baguete recheada pode fornecer mais calorias e gorduras do que um bauru de porte modesto.

8. Camarão por peixe
Convenhamos: frutos do mar não são tão frequentes no prato do brasileiro. Mas vale ficar atento durante aquela viagem à praia para não se abarrotar de camarões. Eles encabeçam o ranking marinho de colesterol — são 152 miligramas da gordura em uma porção de 100 gramas. Ou seja, quase o triplo do que é oferecido pela mesma quantidade de um peixe gordo como o salmão. Esse pescado se sai melhor também por outro motivo: ele é carregado de ômega-3. E uma nova pesquisa da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, revela: o ômega diminui a captação de LDL pela parede das artérias, prevenindo as placas.

9. Picanha por lombo
O porco não é mais gordo que o boi nem o boi é mais gordo que o porco. Tudo é uma questão de corte. Há peças bovinas com menos gordura saturada, caso da alcatra e do filé mignon, e há aquelas parrudas, como a picanha e o cupim. O mesmo raciocínio se aplica à carne suína: o lombo é mais magro que o pernil. Mas saiba que há medidas para retalhar o possível malefício de qualquer corte rechonchudo. "Limpe a peça antes de cozinhá-la, retirando toda gordura aparente", ensina Ana Maria. Até porque, apesar de a gente não ver, altas doses do nutriente já estão emaranhadas na carne.

10. Manteiga por margarina
Elas mantêm uma rivalidade histórica e ainda suscitam debates entre os experts. No duelo em prol de artérias saudáveis, porém, a margarina leva certa vantagem, porque não conta com a famigerada gordura de origem animal e o colesterol. Nos últimos anos, a indústria tem acrescentado componentes à sua fórmula para torná-la mais benéfica. Entre eles, destaque para os fitosteróis, que facilitam a expulsão do colesterol pelas fezes. "Os produtos enriquecidos com essa substância são indicados a quem já tem colesterol alto", avisa Ana Maria.

11. Quindim por compota de frutas
Os doces costumam ser condenados por carregarem açúcar demais. Quando a discussão envolve colesterol, porém, o açúcar pesa menos do que outro ingrediente comum em quindins, brigadeiros e bolos: a gordura. A manteiga, o creme de leite e outros ingredientes gordurosos que dão consistência aos quitutes levam consigo ácidos graxos saturados, que alavancam as taxas de LDL. Não à toa, os especialistas aconselham trocar esse tipo de sobremesa por opções que, sem perder o sabor adocicado, são desengorduradas. O melhor exemplo são as compotas de frutas. Só não vale, é claro, abusar

12. Suco de laranja pelo de uva
Essa é para matar a sede e resguardar o peito. É na casca da uva que está um parceiro do coração, o resveratrol. "Ele atua na redução do colesterol e tem efeito antioxidante", diz a bioquímica Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. Ao impedir que as partículas de LDL se oxidem, a substância evita indiretamente que elas grudem na parede do vaso. Ao contrário do que muita gente pensa, o resveratrol não é exclusivo do vinho. O suco de uva natural e feito na hora (com casca, por favor!) também o disponibiliza ao organismo.

13. Chá de ervas por chá-mate
Não é campanha contra a receita da avó, mas as infusões à base de camomila e afins perdem feio para o mate se o assunto é colesterol. Que o digam cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina, que avaliaram as propriedades dessa erva típica do sul do país. "Notamos uma queda de 8,5% nos níveis de LDL em voluntários com taxas normais e uma redução extra de 13,5% em pessoas que tomavam remédios para abaixar o colesterol", conta o farmacêutico Edson Luiz da Silva, que liderou a pesquisa. A proeza vem das saponinas, moléculas presentes no mate. "Elas diminuem a absorção do colesterol no intestino, favorecendo sua excreção pelas fezes", explica.

14. Cebola branca por cebola roxa
Essa troca pode ser estendida à alface e ao repolho: prefira sempre o roxo. As hortaliças com essa cor abrigam um pigmento que aplaca o colesterol, a antocianina. "Experimentos feitos em animais no nosso laboratório mostraram que ela reduz consideravelmente a concentração da gordura no sangue", conta a professora Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa. "A substância inibe uma enzima que participa da síntese de colesterol no fígado, além de aumentar sua eliminação do organismo." Morangos e cerejas, saiba, também são reservas de antocianinas.

15. Molho branco pelo de tomate
O macarrão é o mais inocente por aqui. Quem incentiva ou não a escalada do colesterol é o molho — sempre. O branco é bem gordo. Em 2 colheres de sopa encontramos 4,5 gramas de gordura. Como o preparo exige creme de leite e queijo, o prato fica cheio de ácidos graxos saturados. Uma bela macarronada ao sugo não guarda esse perigo. Nas mesmas 2 colheres de sopa, há somente 0,1 grama de gordura. "Apenas procure usar o molho de tomate feito em casa e evitar a manteiga no momento de refogá-lo", orienta a nutricionista Ana Maria Lottenberg. E, se possível, opte pela massa integral.

16. Chocolate ao leito pelo amargo
O doce de cacau se notabilizou como um amigo do sistema circulatório. Mas não é todo chocolate que, de fato, prova sua amizade às nossas artérias. O tipo que merece respeito é o amargo. "Ele possui menos gorduras saturadas que o branco e a versão ao leite", afirma a nutricionista Vanderlí Marchiori, colaboradora da Associação Paulista de Nutrição. "Sem falar que fornece catequinas, substâncias que ajudam a sequestrar o LDL e impedir sua oxidação", diz. Mas fique atento ao rótulo: amargo de verdade tem mais de 60% de cacau em sua composição.

17. Sal por ervas e alho
Está em suas mãos uma maneira de preservar os vasos sem deixar a comida ficar insossa: em vez de exagerar no sal, ingrediente que patrocina a hipertensão, use a imaginação e as ervas aromáticas, além de alho. "Ele tem compostos capazes de controlar o colesterol", exemplifica Vanderlí. E ervas como o orégano e o alecrim merecem ser convidadas à cozinha por causa do seu poder de fogo contra a oxidação, um fenômeno que, você já sabe, não poupa o LDL, tornando-o ainda mais danoso para as artérias. Mas essa ação pode minguar quando os ingredientes são expostos a temperaturas elevadas. Procure acrescentá-los nos minutos finais do cozimento.

18. Frango com pele pelo frango sem pele
Muita gente pensa que basta despir uma coxa de frango assada no prato para se livrar de um boom de colesterol. Ledo engano. "Retirar a pele é, sim, fundamental, mas isso deve ser feito antes de levar a carne ao fogo", esclarece a nutricionista Cláudia Marcílio, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. "Quando submetidos ao calor, a gordura saturada e o colesterol da pele conseguem se dissolver e penetrar na carne", justifica Ana Maria. Aí, será tarde…

19. Queijo pelo tofu
A intenção não é jogar mais pedras sobre o parmesão, o provolone e até o minas, mas abrir espaço ao tofu, que é feito de soja. Ele é uma preciosidade porque concentra o que o grão tem de melhor: proteínas e isoflavonas. "A proteína da soja aumenta a atividade de receptores que colocam o LDL para dentro das células e inibe a principal enzima responsável pela produção de colesterol", explica a nutricionista Nágila Damasceno, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. E as isoflavonas não só potencializam a queda do LDL como evitam sua oxidação.

20. Pipoca de micro-ondas pela de panela
Faz toda a diferença investir um tempo a mais para estourar o milho no fogão. "É uma forma de controlar a quantidade de gordura no preparo, porque no produto de micro-ondas ela já é fixa", argumenta a doutora em ciência dos alimentos Maria Cristina Dias Paes, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Sete Lagoas, no interior de Minas Gerais. A versão que ganha na praticidade perde pontos porque carrega ácidos graxos saturados e trans. "Na panela, dá para usar um óleo mais saudável, como o de canola", diz Cristina. Daí, você aproveita as fibras do milho, deixando seu colesterol em paz.

Fonte: boaforma


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